domingo, 25 de abril de 2010

"Cartas entre amigos - sobre ganhar e perder" - primeiras cartas...

Primeira carta

Querido irmão padre Fábio,

Depois de alguma pausa, voltemos à nossa prosa.

No fluxo de nossa vivência, vamos aquinhoando experiências. Nossos olhares são capazes de reter considerações que vão moldando o que somos. A imagem surge como os sentidos captando impressões. Depois dela, vem o conceito. O conceito é o que permanece quando a imagem se esvai. É como o conhecimento que fica com o avançar da aprendizagem. Lançamos mão de excessos para que a viagem fique mais leve ou para que o compartimento dos nossos sentidos receba outros companheiros. O bom conceito é aquele que traz a companhia da bondade, da gentileza, do respeito, entre outros avidamente esperados.

Esperamos como necessidade vital. Esperamos o amanhecer. Esperamos o entardecer. Esperamos a demorada cicatrização da incômoda ferida. Esperamos um amor. Esperamos compreensão. Compreensão apenas, amigo. Guimarães Rosa dizia que “esperar é reconhecer-se incompleto”. É na consciência de nossa incompletude que a espera ganha mais significado. O futuro existe.

Esperamos uma humanidade mais evoluída em que os direitos mínimos dos humanos sejam respeitados. Uma humanidade fraterna.

Quantos crimes bárbaros assombram nossos irmãos!

Sabe, amigo, certa feita, em um congresso de direitos humanos, presenciei uma jurista indignada com os horrores praticados na Tanzânia contra os albinos. Descrevia com tamanha dor o que passam nossos irmãos e tentava nos acordar do sono do comodismo. Sim, porque parece que a dor alheia não nos pertence e que, portanto, não cabe a nós o exercício do agir. Aliás, não precisamos ir até a África para perceber a nossa pouca ação. Basta olhar ao lado.

O albinismo é um tipo de deficiência na produção de melanina. Os albinos têm a pele pálida, esbranquiçada, têm o cabelo fino e uma sensibilidade maior nos olhos, que sofrem quando estão expostos à luz. Ocorre que há uma superstição medonha que afirma que eles servem para rituais de mandingas. Isso não acontece apenas na Tanzânia, mas em outros países da África. Esses feiticeiros chegam a pagar uma verdadeira fortuna, em se considerando a pobreza desses países, por um pedaço do corpo de um albino. Se for de criança, o valor é maior. Vendem línguas, braços, genitálias, pernas etc. Dá sorte beber o sangue de um albino ainda quente, é o que acreditam. Fico imaginando o pavor dos pais quando os filhos demoram a voltar. A ansiedade em proteger a prole. Fico imaginando a prática macabra. São humanos caçados como animais.

Não estamos falando de uma outra era nem de ficção. Enquanto rabisco essas palavras, há pânico em algum lugar do mundo na luta pela sobrevivência. Sentem-se vencedores esses caçadores de gente, como se sentem vencedores os homens com as pedras nas mãos para dar cabo da vida de mulheres condenadas em países cuja legislação afirma ser o direito à honra superior ao direito à vida. Mulheres abusadas por uma sociedade machista cheia de preconceitos, embrutecida pela impiedade. A cena de uma mulher enterrada até a cintura sempre me causou angústia. Fica assim, com as mãos amarradas, para não proteger o rosto das pedras jogadas sem comiseração. Em algumas comunidades, o início do apedrejamento se dá com pedras menores para que a dor seja prolongada. Uma pedra maior poderia ser fatal e o divertimento teria menor duração. As pessoas vão aos montes para assistir e participar. É como uma festa, uma diversão qualquer. Assim faziam aqueles que saíam às ruas para ver as pessoas sendo guilhotinadas ou queimadas ou enforcadas. Essas penas corporais, capitais, perduraram durante muito tempo. Como também
as arenas em que eram jogados os cristãos para serem mortos pelos leões. E o público assistia e ria do pavor com que corriam de um lado a outro até serem devorados. Que prazer estranho é esse? Que deturpação do conceito de conviver? E a compaixão? Os gladiadores não fazem parte do passado. O “vale-tudo” arrasta multidão para torcer pelo mais forte. Quanto ao mais fraco, merece risos, vaias, desprezo. É apenas um perdedor. A sua dor parece incomodar menos do que a sua fragilidade; afinal, o espetáculo terminou mais cedo. Há ainda os jovens em bando que, desafiados, são capazes de espancar até a morte quem cruza o seu caminho. Ou queimam moradores de rua para amainar o tédio. Ou buscam um diferente qualquer para humilhar, destruir, matar. Meu Deus, mas não pertencemos à mesma humanidade? Quando um membro sofre, não é o corpo todo que sofre?

Amigo, desculpe-me começar com essas cinzentas paisagens esta nossa nova prosa. Mas a verdade é que me sinto hipócrita em conviver com uma sociedade que tolera essas práticas como se fizessem parte da cultura ou da vida. A cultura não pode destruir a vida, ao contrário, tem de preservá-la. Evidentemente, crueldades acontecem todos os dias nas esquinas do nosso país. Há crianças sendo violentadas por quem deveria protegê--las. Há mulheres sendo espancadas pelos maridos, há crimes brutais, há miséria. Mas me parece que pelo menos nossas leis são um pouco mais respeitosas com os direitos humanos. Embora, na prática, a realidade seja outra. Veja, por exemplo, a vida nas penitenciárias e nos espaços de privação de liberdade para adolescentes. Leis corretas, práticas medonhas. Além do mais, a nossa acomodação faz com que cruzemos os braços
diante do anseio de um recomeço que têm os egressos do sistema penitenciário, por exemplo. Temos o bom discurso da segunda chance. Mas, na prática, nos escondemos. São perdedores, padre. São perdedores esses que caíram nas malhas da criminalidade. E nós, os vitoriosos, não devemos nos macular com eles. Que pena!

Gostaria tanto de mudar essa realidade. Sei que é difícil. Algumas questões envolvem uma mudança de postura mundial. A paz ainda é uma utopia. Cuidar da pessoa humana toda e de todas as pessoas humanas é o sonho do papa Bento xvi, em sua Encíclica mais recente. A globalização da economia e das informações não significou a universalização da fraternidade. Estamos engatinhando ainda em matéria de respeito. Fazemos pouco ou praticamente nada contra o recrudescimento da violência. E não precisamos ir longe. A dor mora bem ao lado, como dissemos.

Uma vez, em um metrô lotado de pessoas apressadas, vi uma menina com uma boneca na mão, cabelos cacheados e um olhar triste, de mãos dadas com um pai cuja rudeza no olhar não escondia a pouca paciência com os passos lentos da filha. Puxava-a como se fosse um objeto enroscado. Sua pressa contrastava com a fragilidade da pequena. Olhou-me em algum momento. Ensaiei alguma conversa. O metrô parou. O pai a puxou e desceram. Fiquei por algum tempo imaginando a história familiar dos dois. A menina parecia triste. Podia ser apenas uma impressão minha. Mas ela passava-me tristeza, e ele, rudeza. Não tinha o poder de intervir. Ali não havia crime algum a não ser a criminosa falta de cuidado, de afeto. Fiquei conjecturando sobre a casa em que moravam, se tinha mãe a menina. Se tinha irmãos. Se o pai era agressivo. E, se fosse, como eu haveria de saber? Tenho essa mania, amigo, de tentar imaginar a vida dos outros. Aliás, esse é o nome de um filme alemão de 2006, ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro, que conta a história de um alto funcionário da Alemanha Oriental, incumbido de vigiar um dos maiores dramaturgos do país. Aos poucos, envolvido na trama de emoções que ele e sua mulher viviam, o antes impiedoso funcionário, acostumado a torturar para obter uma prova, se transforma. Um homem que não chorava passa a chorar; que não sorria passa a sorrir. A imagem foi moldando um novo conceito em sua história. Bastou o contato com o amor cotidiano para a metamorfose.

Querido padre Fábio, há um desafio diuturno de não desistir da pessoa humana. Por mais dolorosas que sejam as nossas experiências. É preciso não desistir. Norberto Bobbio em A era dos direitos afirma que “o problema fundamental em relação aos direitos do homem, hoje, não é tanto o de justificá-los, mas o de protegê-los”.

Descreve, na mesma obra, convenções e tratados internacionais que tratam dos direitos da pessoa humana genericamente ou especificando as vítimas de preconceito como as mulheres, os negros, os pobres, entre outros. Direitos do homem, democracia e paz são processos que não podem ser encerrados.

Vamos um pouco além. Por que ainda não aprendemos a conviver com as diferenças? Medo? Ausência de amor?

Falemos de amor na poesia leve de “Um soneto”, de Guilherme de Almeida:

Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.

Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar “O eco” à vida:

Perguntei à minha vida:
– “Como achar a apetecida
felicidade absoluta?”
E um eco me disse:
– “Luta!”

Lutei. – “Como hei de a esta pena
dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?”
O eco, então, me disse:
– “Canta!”

Cantei. – “Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?”
então, o eco me disse:
– “Ama!”

Amei. – “Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?”
O eco, então, me disse:
– “Cala!”

Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.

Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção do amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa-nova, a missão e então agir.

Irmão querido, não é possível agir sem antes sentir. Aqui falo da vitória do sentimento sobre a insensibilidade. Da canção de liberdade que carece de intérpretes.

Ainda criança, em uma excursão para um parque de diversões, experimentei a dor preenchendo o meu tal fluxo de vivências. A história se deu mais ou menos assim. Éramos um ônibus de crianças conduzidas por dois ou três professores. Chegamos ao parque. Os brinquedos nos deixavam alucinados. Era emocionante para nós, meninos interioranos, explorar o grande parque de diversões da capital. A adrenalina misturava-se à alegria e à molecagem. Assim, furávamos fila. Discretamente. Tínhamos a desculpa da pouca idade. E tudo era festa. Até que, quase no horário do retorno, furamos mais uma vez a fila de um brinquedo chamado Montanha Encantada. Eu e mais uns quatro. Quietinhos, entramos; e quietinhos, ficamos. Uma mulher, entretanto, não se conformou com nossa audácia e começou a dizer as piores ofensas. Ela tinha razão, então nos fizemos de distraídos. Foi quando um homem resolveu nos defender. Alegou que éramos crianças nos divertindo. A mulher ficou ainda mais irritada dizendo que exatamente por sermos crianças é que deveríamos ser corrigidos. Ele tentou dizer alguma coisa e ela soltou um sonoro “cala a boca”. Ele retrucou e ela avançou sobre o homem. Deu um tapa em sua cara. Ele retribuiu. E nisso chegou o marido dela. E uma confusão tomou conta daquela fila. Vieram os seguranças e nós saímos correndo em direção ao ônibus. Chegamos ofegantes. Cheguei entristecido. Eu sabia que não devia furar fila. E o que mais doía é que o homem que tinha me defendido estava agora em uma situação ruim. Contei a história meio choramingando a um dos professores e ele, vendo meu pânico, a piorou. “Parece que mataram o homem.” Meu Deus, como sofri naquela viagem. Tinha vergonha de chorar. Escondi-me de mim mesmo aos oito ou nove anos de idade. Cheguei em casa angustiado. Quando vi meu pai, abracei-o e chorei muito antes de conseguir contar a história. Meu pai primeiro me abraçou em silêncio, depois encontrou uma saída para aliviar a minha preocupação. “Filho, vamos ver a notícia na televisão. Se o homem morreu, eles mostram. Se não mostrarem, é porque nem machucado ele ficou.” Eu acreditei. E fiquei de mãos dadas com ele até a última notícia.

Ah, pai amado, quanta sabedoria na sua simplicidade! Padre, como é importante termos espaços para narrarmos as nossas perdas em casa. Pais que nos escutem primeiro para depois apontar outros horizontes. Meu pai era assim, resolvia comigo as minhas dores. Era preciso sentar ao lado dele para que pudéssemos descobrir juntos o desfecho. Ele não ridicularizava a minha dor. Era uma brincadeira do professor, apenas. Mas não importava. Se eu estava sofrendo, era preciso respeitar. E, depois do alívio, o ensinamento. “Filho, nessas horas a gente aprende que é bobagem fazer a coisa errada.” E mais nada. Um sorriso. Um beijo de boa noite. E mais nada. E do que mais eu precisava naquela noite intranquila? Da segurança de suas mãos grandes. Meu pai tinha mãos grandes e nós brincávamos de ver quanto faltava para que minhas mãos superassem as suas. Um dia, as minhas mãos ficaram maiores. No começo, eu as encolhia um pouco para que as suas mãos continuassem sendo as vitoriosas.

Amigo, no dia em que ele morreu, brincamos um pouco antes, no hospital, de ver quem tinha a maior mão. Novamente, encolhi um pouco a minha para que ele ganhasse. Do alto dos seus 84 anos, ele me disse: “Filho querido, eu sei que a sua mão é muito maior do que a minha, mas isso não é um problema para mim, ao contrário”.

Essa não era a admissão de uma derrota. Era a sua vitória. Meu pai queria que eu crescesse e não competia comigo. Minha vitória era a sua vitória. Minhas inquietações eram acalentadas em sua paciência. “Paciência, filho”, era quase que uma jaculatória. Quando alguma coisa não saía do jeito que eu queria, “paciência, filho”; quando a doença chegava e alguns planos tinham de ser desfeitos, “paciência, filho”. Até nas derrotas bobas do meu time de futebol. Eu chegava em casa cheio de desculpas por ter perdido, e ele ouvia, e depois lançava, “paciência, filho”. É, pai, como esta virtude faz falta: paciência.

Paciência não como acomodação. Voltemos ao poeta. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.

Volto às imagens e aos conceitos. Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas ou das pedras que surgem por aí. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. Persigo a paciência como persigo a inquietação. Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso preciso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir. Nessa tessitura social, é necessário o encontro de ideias e ideais. E assim ouço você. Sua canção de liberdade, sua sensibilidade diante da dor alheia. Eu não quero conviver passivamente com a crueldade. Quero a coragem de Ester, que se aproxima do rei Assuero decidida a salvar o seu povo. O medo não foi mais forte do que a decisão. E ela venceu. Não venceu apenas porque ele estendeu o cetro e poupou-lhe a vida. Venceu porque protegeu a vida dos seus irmãos. Venceu porque entrou para a história como alguém que se importou com os outros. Essa é a grande vitória. E ela não será alcançada se passarmos os dias diante do espelho e, diante do espelho, reparando nas mudanças que o tempo é capaz de fazer sem pedir a nossa autorização. A alma enrugada é que é o problema. Envelhecemos prematuramente pela ausência de um tema. Um tema que nos conduza a viver. E aí sim vem a derrota. As outras são contingências. Fazem parte da margem, apenas.

Padre Fábio, termino estes rabiscos ansioso por notícias suas. Notícias do seu olhar para a humanidade. Sei que, como sacerdote e como poeta, também sofre com a dor alheia. Ouço suas pregações emocionadas quando o assunto é o calvário da humanidade. O calvário dos crimes que vemos por aí e o calvário da mulher traída, humilhada, que soluça silente a sua dor.

Suas composições nascem de sua compaixão. E seu repertório empresta um tema àqueles que por razões menores desistiram de viver. Tudo, menos isso. Desistir de viver, não! A terra precisa de semeadores, embora a rede seja aparentemente mais agradável. Na rede, o descanso merecido. Passar a vida na rede enjoa. O balanço agrada um tempo. Muito tempo deprime. Balancemos nosso deitar como a simples espera do levantar. E mais nada. Levantemos, amigo. A plantação está linda, mas há algumas pragas que temos de lançar fora.

É o momento de vencer. O trigo tem de vencer o joio para que o alimento chegue até a mesa. E para que a mesa seja uma celebração que alimenta o corpo e os sentimentos.

Obrigado pela espera e pela atenção. A pausa foi só na escrita.

Somos irmãos ininterruptamente...

Com o renovado carinho,

Gabriel



Segunda carta

Meu querido Gabriel,

Obrigado pelas palavras. Não é sempre que podemos receber uma fala tão sábia e sugestiva. Gosto de reconhecer nos discursos humanos as palavras geradoras. Em meio a tantas outras, elas saltam aos olhos, sugerem mais algumas, despertam o desejo de refletir, ir adiante.

Há discursos extensos que não nos presenteiam com palavra alguma. É a fala infértil, prolixa, redundante. Não agrega absolutamente nada ao que somos, mas ao contrário é capaz de nos retirar a alegria e a disposição. Neste mundo em que vivemos, é muito comum nos depararmos com discursos assim. Mas há outros que são ricos de palavras geradoras. São construídos a partir de uma visão holística da realidade, capaz de abarcar inúmeros aspectos numa mesma trama de palavras. É o discurso que não abre mão da sensibilidade, que realiza a proeza de colocar na mesma pauta razão e emoção.

Meu amigo, sua carta é um celeiro de palavras geradoras. Seu olhar sobre o mundo é profundo e respeitoso. A raiz de tudo isso é o amor que você tem pela humanidade. Não é possível refletir as questões fundamentais da comunidade humana sem que por ela exista amor e respeito.

Só o amor nos autoriza uma aproximação dos calvários do mundo. Ele é o elemento que impede a banalização, pois resguarda, envolve e protege o sagrado que por trás da dor se esconde.

Vez em quando vejo o sofrimento humano sendo usado como mecanismo. É lamentável. É afrontoso. A lágrima da mãe que perdeu o filho num soterramento é usada para ganho de audiência em programa de televisão. Não, não há comprometimento com o fato. O único desejo é aproveitar o acontecimento e transformá-lo em pauta para a manutenção de uma programação fútil. Não importa o quanto o outro sofre. O que importa é o quanto os índices de audiência subirão no momento em que a dor for exposta.

Gabriel, sua carta chegou num momento oportuno. Foi seguindo a trilha que suas palavras me sugeriram que pude adentrar o contexto de uma reflexão pertinente e necessária. A condição humana será sempre bem-vinda às nossas reflexões. Será sempre a base de uma boa prosa, afinal, toda vez que sobre ela refletimos, de alguma forma estamos alterando o que somos.
Antes de qualquer coisa, eu gostaria de salientar a satisfação que tenho de novamente estabelecer este vínculo. A carta é um mecanismo maravilhoso que nos proporciona a experiência do encontro.

Sua carta me fez recordar da ágora, a praça grega que foi lugar onde as experiências filosóficas ganharam caráter dialético. A ágora era um lugar de encontro. A principal atividade que os gregos exerciam por lá era a troca de mercadorias. Mas, naquele grande mercado a céu aberto, uma outra troca acontecia a ponto de prevalecer sobre as outras. Era a troca de ideias. Enquanto a materialidade era negociada sempre sobrava espaço para uma conversa, uma troca de opiniões.
Tive um grande professor de História da Filosofia que fazia questão de nos dizer que foi na ágora que a filosofia assumiu o seu verdadeiro papel na sociedade. A filosofia do cotidiano, a reflexão nossa de cada dia. A arte de articular o pensamento como realidade dialética, que extrapola a verdade hermética, fechada, mas que se abre à percepção do outro.

A filosofia que é construída a partir da vida concreta das pessoas. A trama da existência e seus fios tão cheios de nuances. A filosofia como tear que tece e favorece a compreensão do entrelaçamento das linhas.

Sua carta apresentou tantas questões que merecem ser refletidas. Fiquei assustado com a questão que envolve os albinos da Tanzânia. Eu desconhecia aquela tradição mórbida. É lamentável que nos dias de hoje ainda tenhamos que admitir tamanho absurdo. O fato nos leva a compreender que, em muitos lugares do mundo, o respeito ao ser humano ainda não aconteceu. Ele ainda está condicionado a fatores culturais. Está restrito, limitado.

Confesso que a desesperança é o caminho mais atraente. Ao me deparar com relatos como esse, minha primeira reação é desesperar. É bem mais simples. Chego à conclusão de que nossos braços são curtos demais para abraçarem o mundo. Podemos muito pouco diante de tanta dor, tanto sofrimento. Mas é no impulso dessa desesperança que eu me recordo que a Tanzânia também é aqui. Não preciso ir longe. Há realidades muito próximas de mim que também são desumanas. Mas há uma diferença. Aqui eu posso agir. Não há limites linguísticos, geográficos, nem tampouco culturais. Tenho diante dos meus olhos injustiças e sofrimentos que falam a minha língua. Não se trata de pessoas que estão distantes de mim, assim como estão distantes as estrelas. Não tenho delas apenas um tênue brilho de notícia. Elas estão concretamente posicionadas nas esquinas de minha cidade. Moram em casebres que meus olhos alcançam; frequentam os mesmos lugares que eu; trabalham na guarita do prédio onde moro.

Gabriel, só assim o mundo pode ser diferente. Só dessa forma podemos prestar socorro aos desvalidos do nosso tempo. Há uma dor que mora ao lado. Há uma injustiça que é nutrida pelo mesmo ar que nos sustenta. É dela que precisamos nos ocupar. Se não temos como mudar a situação dos albinos africanos, resta-nos fazer justiça às injustiças que todos os dias batem à nossa porta.

Você falou de esperanças. Concordo com você. Só a esperança pode nos alimentar nessas ações. A esperança não nos deixa esmorecer. Ela nos posiciona diante da dureza da realidade humana de forma sempre nova. Gabriel, o mal não dá tréguas. Vejo as teias da maldade sendo lançadas sobre nós. É impressionante o número de pessoas que estão comprometidas com a disseminação do mal. Volto a dizer. O caminho mais fácil é desanimar. Mas não creio que seja o mais honesto. Precisamos buscar imunidade contra todos esses males. Caso contrário, nós também desanimaremos.

Assim como a mãe vacina o filho para imunizá-lo contra uma infinidade de vírus, da mesma forma nós também precisamos ser vacinados contra a maldade que está presente no mundo. A maldade é sedutora. Ninguém está livre dessa contaminação. Por isso precisamos tanto buscar essa resistência diária. É uma questão de sobrevivência.

A maldade é uma arma que permanece apontada. Há sempre uma pessoa que se dispõe a apertar o gatilho. Vez em quando somos terrivelmente atingidos por ela. É nessa hora que precisamos sobreviver. Tudo dependerá do quanto já estamos, ou não, imunes a seu poder agressor.

Meu amigo, eu busco essa imunidade nas palavras. É simples. Necessito de palavras assim como necessito de pão. É uma questão de sobrevivência. Tenho fome de pão, mas também tenho fome de palavras. Gosto muito da passagem bíblica que diz que “nem só de pão vive o homem”. É verdade. Há outras fomes que precisamos alimentar.

A fome do corpo é facilmente notada. Ela se manifesta de forma determinante, aparente. O corpo que carece de alimento manda os seus sinais. A exterioridade é o território das manifestações. Não é possível esconder por muito tempo a fome física.

Nos tempos idos de minha infância, a minha mãe tinha uma expressão interessante para diagnosticar a nossa fome. Ela nos falava. “Vai comer alguma coisa porque você está muito descaído!” Eu sempre obedecia. Tinha medo de ficar “descaído”.

Talvez seja por isso que eu seja muito atento às fomes do corpo. Faço questão de favorecer a saúde através dessa pequena disciplina. Os especialistas salientam que é importante que o ser humano não passe períodos prolongados sem a ingestão de alguma forma de alimento. Essa atitude, segundo eles, acelera o metabolismo do corpo. Metabolismos acelerados são importantes
para a manutenção de uma vida saudável.

Creio que a mesma regra valha para a vida intelectual. Tão importante quanto alimentar o corpo é alimentar a alma. É claro que essa divisão “corpo e alma” é meramente didática. Creio na integralidade humana. Somos corpo e alma. É no corpo que a alma experimenta o mundo. É através da alma que o corpo transcende sua materialidade. Ao me referir à condição humana, eu não secciono, mas integro.

Uma boa reflexão acelera o metabolismo da alma. A palavra é o elemento fundamental para que isso aconteça. As imagens que vemos estão diretamente ligadas com as palavras que conhecemos.

As palavras alimentam realidades menos visíveis. Entram na mente e se perdem nos místicos emaranhados da alma. Pão e palavra possuem missões semelhantes. O corpo metaboliza o pão. Dele faz fonte de energia. Da mesma forma, a alma faz com a palavra.

Meu amigo, como é instigante esse processo. Nós nos transformamos no que comemos. O alimento é integrado pelo corpo. É por isso que insisto tanto na necessidade de sermos mais cuidadosos com a escolha dos nossos alimentos. Escolher o que vamos comer é escolher o que seremos. Nossa saúde depende dessa escolha.

O mesmo acontece com nossa vida intelectual. O cérebro é o lugar onde as ideias são metabolizadas. Ideias estão diretamente ligadas ao contexto das palavras. São elas que entrarão em nossa vida. São elas que nortearão o que somos e o que seremos.

Sei que você sabe disso, mas é bom repetir. Uma boa reflexão pode mudar o rumo de uma vida. Vejo isso o tempo todo. As pessoas erram muito porque refletem pouco. Sofrem muito porque não administram de um jeito certo as causas que as fazem sofrer. Escolhem errado, vivem errado, amam errado. Tudo porque faltou reflexão.

Muitos erros são gestados e mantidos a partir de atitudes irrefletidas, meu caro amigo. Por isso eu creio firmemente que a religião que praticamos só pode ser benéfica se nos fizer refletir. Caso contrário é alienação, esquecimento da realidade.

A vida humana é um território onde prevalecem muitas contradições. Sempre foi assim. Faz parte de nossa condição. É estatuto que trazemos na carne. Somos contraditórios.

Essa contradição nos atinge o tempo todo. Você enumerou vários sofrimentos que nascem dessas contradições. Como pode um ser humano se sentir no direito de esquartejar o outro? Mistérios da contradição. É nessa hora que entra a força transformadora da reflexão. Uma sociedade só poderá evoluir culturalmente à medida que refletir a cultura que possui.

É estranho, mas há muitos comportamentos e tradições que são mantidos sem que suas causas sejam conhecidas. Tive contato com uma história assim lá no interior de Minas Gerais. Havia uma família que tinha uma receita muito saborosa para o preparo de um peixe típico daquela região. A tradição já havia atingido a terceira geração. O fato interessante é que o peixe era sempre assado sem a cabeça. Ninguém nunca havia se questionado sobre o fato. Quem o fez foi uma das meninas, que pertencia à terceira geração.

Ao ser perguntada sobre a razão de o peixe ser assado sem a cabeça, a mãe da menina disse não saber. A resposta foi simples. Sua avó me ensinou a assar assim. A menina, por sua vez, resolveu ir fundo na investigação. A avó respondeu da mesma forma. Aprendi com sua bisavó. Tendo a oportunidade de perguntar o motivo à bisavó, a menina finalmente resolveu o enigma do peixe sem cabeça. Não há razão alguma – disse a velha senhora. É que, no tabuleiro que eu tinha, o peixe nunca cabia inteiro.

Acho interessante essa história. Nem sempre a manutenção de uma tradição está amparada em motivos consistentes. O tempo passou, os tabuleiros cresceram, mas os peixes continuaram sendo assados sem as cabeças.

Gabriel, muita coisa seria diferente se pudéssemos retomar os encantos da ágora. As pessoas seriam mais felizes, mais equilibradas, mais justas se estivessem mais dispostas à reflexão.

A vida ganha novo sentido cada vez que uma boa palavra vem iluminar as varandas da nossa mente. Uma boa palavra é como um bom alimento. Traz saúde.

Obrigado pela saúde que suas palavras me trouxeram. Volte sempre. Ficarei por aqui, enquanto faço essa boa digestão emocional.

Com meu carinho e bênção,

Pe. Fábio de Melo

terça-feira, 20 de abril de 2010

Padre Fábio de Melo abre festa de Nova Venécia (ES)

Em comemoração aos 56 anos de Nova Venécia, começa nesta terça (20) a tradicional festa de aniversário da cidade que vai até domingo (25) e terá a presença do Padre Fábio de Melo para o primeiro show do evento.

Tudo é do Pai e Vida são algumas das músicas de maior sucesso de sua carreira, que estão nos últimos álbuns "Vida" e "Eu e o Tempo".

Nos próximos dias, o evento terá shows de Daniel, Skank e Parangolé, além de diversas apresentações regionais.


Quando: terça (20), às 22h
Onde: Parque de exposições – av. Guanabara, Bairro Cohab, Nova Venécia (ES)
Quanto: grátis
Informações: (27) 3752-9000


Fonte: R7

domingo, 11 de abril de 2010

Comunicado

Em virtude dos últimos acontecimentos na cidade de Niterói, estarei temporariamente afastada da internet.
As atualizações serão postadas na medida do possível.
Obrigada a todos pela ajuda e pelo apoio.

Carla Balthazar

Maiores informações http://twitter.com/carlabalthazar

domingo, 28 de março de 2010

Padre Fábio ganha troféu dos Melhores do Ano do Faustão


Com um carisma, coração e voz que alcança todo canto do Brasil, Padre Fábio de Melo levou o troféu de melhor cantor de 2009! Ele concorreu com Daniel e Seu Jorge.

Antes da premiação, padre Fábio já declarava a felicidade de ter sido escolhido pelo público:

Padre Fábio de Melo: “Já estou muito feliz por ter sido indicado. Receber esse reconhecimento do público é uma forma de firmar ainda mais a responsabilidade do meu trabalho. Eu canto porque acredito no poder que a música tem de iluminar o coração humano, é a minha missão evangelizadora”.

Confira um trecho da última participação do Padre Fábio no Faustão



Veja outras participações do Padre Fábio de Melo no Domingão do Faustão


quarta-feira, 17 de março de 2010

Espanha e Portugal com padre Fábio de Melo



A Koala Tours, em parceria com o Blog Anjo de Luz, mais uma vez traz até você um belíssimo roteiro de viagem que contará com a direção espiritual do padre Fábio de Melo.

Espanha e Portugal
de 18 a 30 de junho de 2010
Acompanhamento e direção espiritual: Padre Fábio de Melo

Santiago de Compostela e Fátima

Madrid e Santiago de Compostela, na Espanha, Cidade do Porto, Fátima e Lisboa, em Portugal, são algumas das cidades por onde passará o grupo, que também vai conferir o show que padre Fábio de Melo realizará na cidade de Fátima no dia 26 de junho.

Se você quer participar deste inesquecível momento, envie seu cadastro, com os dados abaixo para carlabalthazar.anjodeluz@gmail.com.

NOME COMPLETO:
E-MAIL:
ENDEREÇO:
BAIRRO:
CIDADE:
ESTADO:
CEP:
TELEFONE RESIDENCIAL: ( )
TELEFONE COMERCIAL: ( )
CELULAR: ( )
OUTRAS INFORMAÇÕES: (viagem de interesse, etc)

>> Os dados são estritamente confidenciais.

Vagas limitadas!
Antecipe-se e faça já o seu cadastro.


Confira abaixo o roteiro completo e mais informações do pacote:

18 Junho | São Paulo – Madrid
Apresentação direta no Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) para embarque com destino a Madrid.

19 Junho | Madrid
Chegada, recepção e traslado ao hotel. Incluído: Jantar.

20 Junho | Madrid
Meio dia de visitas (panorâmica): Praça de Espanha, Fonte de Cibeles, Porta do Sol, Gran Via, Praça do Oriente, Palácio Real. Tarde livre para atividades independentes. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

21 Junho | Madrid – Santiago de Compostela
Dia de viagem de Madrid para Compostela. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

22 Junho | Santiago de Compostela
Meio dia de visita a cidade com suas ruas e muros medievais, incluindo a Praça do Obradoiro e a Catedral onde está o corpo de Santiago Apóstolo e suas relíquias. Tarde livre para atividades independentes. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

23 Junho | Santiago de Compostela – Porto
Viagem em ônibus de Compostela para a cidade do Porto. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

24 Junho | Porto
Meio dia de visitas (panorâmica): Catedral, Igreja de São Francisco, Praça da Liberdade, e degustação de vinhos numa Cave de vinho do Porto. Tarde livre para atividades independentes. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

25 Junho | Porto – Coimbra – Fátima
Viagem em ônibus do Porto para Fátima. A caminho, breve visita panorâmica pela cidade de Coimbra com a famosa Universidade. À noite, participação da procissão das velas no Santuário de Fátima. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

26 Junho | Fátima
Dia dedicado a Nossa Senhora de Fátima, com visita ao Santuário, Basílica, Capela das Aparições, casa dos Pastorinhos, etc. À noite, traslado ao teatro para assistirmos o show do Pe. Fábio de Melo. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

27 Junho | Fátima
Dia livre para atividades independentes. Incluídos: Café da manhã e jantar.

28 Junho | Fátima – Cabo da Roca – Sintra – Lisboa
Viagem em ônibus de Fátima para Lisboa, visitando a caminho Cabo da Roca (o ponto mais ocidental do continente europeu) e Sintra. Incluídos: Café da Manhã, almoço e jantar.

29 Junho | Lisboa
Meio dia de visitas (panorâmica): Catedral e Igreja de Santo Antônio. Praça Marquês de Pombal, Parque Eduardo VII, Torre de Belém, Monumento aos Navegantes, Mosteiro dos Jerônimos, Bairro da Alfama. Tarde livre para atividades independentes. Incluídos: Café da manhã, almoço e jantar.

30 Junho | Lisboa – São Paulo
Em horário oportuno, traslado ao aeroporto para embarque com destino a São Paulo.

Preço por pessoa: CONSULTE-NOS!

RESERVAS – TAXA DE ADESÃO
Mediante preenchimento e assinatura do ‘Contrato de Agenciamento de Viagem’. A reserva se tornará efetiva no ato do recebimento da taxa de adesão no valor de R$ 600,00, deduzida do valor total do pacote. Em caso de desistência, a taxa de adesão não será restituída, em nenhuma hipótese, para ressarcimento de despesas administrativas.

ALTERAÇÃO DE PREÇO
Os preços desta viagem estão sujeitos a alteração sem prévio aviso, seja em função do aumento do custo de qualquer um dos itens que compõe a viagem ou da variação cambial, pois os mesmos foram estabelecidos de acordo com as tarifas vigentes em dólares/euros na data da negociação do pacote (Março 2010) para um grupo mínimo de 40 passageiros embarcando e retornando na mesma data. Em caso de menor número de passageiros, a Koala Tours se reserva o direito de alterá-los.
O preço cobrado será isento dessas alterações somente a partir do ato do pagamento integral.

SERVIÇOS INCLUÍDOS
> Passagem aérea em classe econômica desde São Paulo (bilhetes aéreos com tarifas especiais sujeitos às restrições)
> Hospedagem em hotéis categoria standard, em apartamentos para 02 pessoas com banheiro privativo
> Refeições conforme o programa
> Seguro viagem para passageiros até 70 anos (passageiros acima de 70 anos terão um acréscimo no valor do seguro viagem. Consulte-nos)
> Visitas conforme programa, em ônibus com ar condicionado
> Acompanhamento do Pe. Fábio de Melo e de um representante da operadora.
> Gorjetas para os guias locais.
> Kit viagem.

SERVIÇOS NÃO INCLUÍDOS
> Taxas aeroportuárias, combustível e de segurança
> Gastos com passaporte (o passaporte deverá estar válido pelo menos por 6 meses da data do retorno da viagem – 01/2011). Não é necessário visto ou vacina
> Despesas extras de caráter pessoal: refeições não mencionadas como incluídas no programa, bebidas em geral, telefonemas, lavanderia, frigobar, taxi, excesso de bagagem e todo serviço suplementar e/ou opcional não mencionado como incluído no programa.
> Carregadores de malas nos aeroportos
> Despesas decorrentes de alterações nos horários e itinerários das companhias aéreas e transportadoras.

Venha peregrinar conosco e faça
uma experiência inesquecível de fé!


Promoção Globo.com: concorra a ingressos para o show no HSBC em SP



Quer concorrer a par de ingressos para o show do Padre Fábio de Melo, no HSBC Brasil, dia 21/03?

É só responder à pergunta:
"Por que você gostaria de assistir ao show do padre Fábio de Melo?"

As duas respostas mais criativas receberão, cada uma, um par de ingressos para assistir ao show de lançamento do CD Iluminar no dia 21/03/10, no HSBC Brasil, em São Paulo (SP).

A Promoção vai do dia 11 de março até as 14h do dia 19 de março de 2010.

Para participar desta e de outras promoções, você precisa ter um login e senha na Globo.com. Faça o seu cadastro e participe!

Responda à pergunta e boa sorte!!!

Concurso Cultural Terra Música

Responsável por grandes vendas do mercado fonográfico atual, padre Fábio de Melo faz o lançamento em São Paulo de seu novo álbum e sucesso, Iluminar, dia 21 de março, domingo, no HSBC Brasil em SP. E você pode participar deste super lançamento!

Participe do concurso cultural e concorra a convites. Para isto capriche e responda com criatividade à pergunta: "Como ser uma pessoa iluminada?". Os autores das 02 (dois) respostas mais criativas ganham, cada um, 01 par de ingressos (setor pista) para o dia 21 de março de 2010.

Clique aqui e participe!
Ou acesse a página da promoção:

Serviço
Dia 21 de março de 2010
Sábado às 20h
Local: HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281
Chácara Santo Antonio
São Paulo - SP
Censura da casa: 14 anos
» Visite o site do HSBC Brasil

Concorra a ingressos para o lançamento do CD Iluminar no HSBC Brasil / SP

Promoção do site Show Livre

O padre Fábio de Melo fará show de lançamento do CD Iluminar no HSBC Brasil. Concorra a dois pares de ingressos!


Responsável por grandes vendas do mercado fonográfico atual, padre Fábio de Melo faz o lançamento em São Paulo de seu novo álbum e sucesso, Iluminar, dia 21 de março, domingo, no HSBC Brasil.

No disco, lançado no final de 2009 pela Som Livre, padre Fábio ultrapassa os limites da canção religiosa e inclui música popular brasileira no repertório, como Novo Tempo, composta por Ivan Lins e Vítor Martins. Outras músicas, como Incendeia Minha Alma, Abraço Eterno e Cores e Eucaristia - essa de autoria do padre -, prometem emocionar o público.

Seu grande sucesso é fruto do prestígio e da admiração de seu público, que sempre o acompanha e reconhece seu talento. O álbum Vida, lançado em 2008, foi o disco mais vendido do país naquele ano.

Para conferir este show incrível na faixa, participe da promoção respondendo à pergunta: "Qual sua música preferida do padre Fábio de Melo e por quê!?". Os dois autores das melhores respostas levam um par de ingressos cada. Cadastre-se e participe!

O período da promoção é de 9 de março a 19 de março de 2010, sendo que o envio dos formulários com as respostas poderá ser feito até às 14h do dia 19 de março de 2010.

Acesse o site da promoção e concorra!

Serviço:
Local: HSBC Brasil
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 - São Paulo - SP
Data: Domingo, 21/03/10
Hora: 20h00min
Site: http://www.hsbcbrasil.com.br

Fonte: Show Livre

Melhores do Ano de 2009 - Domingão do Faustão


Padre Fábio de Melo está concorrendo na categoria de melhor cantor dos Melhores do Ano de 2009, do programa Domingão do Faustão.

A premiação já é tradicional e prestigia os artistas que mais se destacaram no ano anterior, escolhidos através do voto popular pela internet.

Para votar em nosso querido sacerdote, clique no link da página do programa ou acesse http://domingaodofaustao.globo.com/.

É mais uma forma de demonstrar o nosso imenso carinho e gratidão por todo o seu trabalho de evangelização.

Você pode votar quantas vezes quiser!



Faça homenagem ao sacerdote que você admira no programa Escola da Fé

Em comemoração ao Ano Sacerdotal, o programa "Escola da Fé" e o Portal Canção Nova querem conhecer o padre que você admira. Envie uma foto ou uma montagem prestando uma homenagem a ele no mural online (clique aqui para enviar) ou produza um vídeo, de até um minuto, e cadastre no YouTube.


As homenagens mais criativas serão divulgadas no programa "Escola da Fé", da TV Canção Nova, toda quinta-feira, às 20h30 e no cancaonova.com. A iniciativa acontece até o dia 19 de junho deste ano, data de encerramento da comemoração do Ano Sacerdotal.

Como enviar?

Para imagens, basta entrar no mural online e cadastrar sua foto, com nome e cidade.

Já para mandar vídeos, você precisa se cadastrar no YouTube para enviá-los. Ao acrescentar as tags, na ferramenta, use "anosacerdotal" para que possa ser identificado com mais facilidade. Para garantir que o seu vídeo seja visto pela nossa equipe, envie o link para webeventos@cancaonova.com com seu nome e cidade.

Saiba mais sobre o Ano Sacerdotal

Em comemoração aos 150 anos de morte de São João Maria Vianney - Santo Patrono de todos os párocos do mundo -, o Papa Bento XVI instituiu o Ano Jubilar Sacerdotal, que foi inaugurado no dia 19 de junho de 2009 e será encerrado na mesma data neste ano.

Com o tema "Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote", o Sumo Pontífice quer promover a espiritualidade sacerdotal e ajudar os padres a perceber cada vez mais a importância do seu papel e de sua missão na Igreja e na sociedade contemporânea.

Padre é um homem que pode ter fraquezas e por isso ele precisa cultivar muito a santidade de vida, a comunhão com Cristo e precisa também da força espiritual que vem através da oração dos fiéis. O sacerdócio é uma grande graça de Deus" afirma Dom Odilo confira no vídeo:



















Diário Espiritual



Diário Espiritual é um projeto de parceria entre editora Canção Nova e Pe. Fábio de Melo, dedicado especialmente a você.

Pode ser utilizado em todos os momentos da sua vida e tornar-se seu companheiro diário.

Este diário apresenta uma página para cada dia do ano. Cada página oferece uma mensagem de autoria do Pe. Fábio de Melo e um espaço para transcrever pensamentos, reflexões, observações e impressões resultantes da meditação da mensagem apresentada.

É mais uma oportunidade de encontrar acolhimento e aconselhamento nas palavras do Pe. Fábio de Melo, incentivando-nos a refletir e orar por dias cada vez melhores.

Ligue para (12) 3186-2600 ou acesse

Promoção Kit de palestras Canção Nova


A Canção Nova está com uma promoção especial!

Kit com as 10 palestras mais vendidas do padre Fábio de Melo, em DVD.

São diversos temas para você e sua família.

1. Quando o sofrimento bater à sua porta
2. Vire a página
3. Sofrimento, desafio para gigantes
4. Maria, mulher de aço e de flores
5. Afetos integrais e refinados
6. Sair debaixo da mesa
7. Arsenal de infantilidades
8. O sofrimento é porta
9. Filhos do Céu
10. Amor: processo de continuidade

Não perca esta oportunidade!
Adquira já o seu:

De R$ 100,00
Por R$ 90,00
ou em 3x 29,99 sem juros

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Vídeo Divulgação CD Iluminar



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segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

Uma pequena homenagem a todas as mulheres que, por essência, carregam em si a têmpera do aço, a suavidade das flores, e a graça de ser Deus em pequenas medidas.




sexta-feira, 5 de março de 2010

Entrevista no Bom Dia Rio

Padre Fábio de Melo revela que já chegou ao mundo com música

O padre conta que, durante o parto de sua mãe, o médico cantou a música Jesus Cristo, de Roberto Carlos. Ele diz que sempre quis ser padre e entrou para o seminário aos 16 anos.

Religião e fama, sacerdote e ídolo popular. O padre Fábio de Melo é cantor, compositor, escritor, apresentador de TV e de rádio, formado em filosofia e em teologia. Ele dispensa o rótulo de galã e diz que toda essa exposição é resultado de um trabalho maior, de evangelização, um trabalho que se dedica a pregar a palavra de Deus.

Uma das qualidades que a igreja valoriza no ser humano é a humildade. O padre contou que já sofreu preconceito pelo fato de o seu trabalho ter um certo tipo de exposição. “Eu acho que toda a pessoa que é pública sofre de um mal terrível, que é ela ser sempre imaginada. Ou as pessoas me imaginam melhor do que eu sou, ou pior. E as duas formas são terríveis. E eu acredito que buscar esse equilíbrio é o desafio”, disse o padre Fábio de Melo.

Ele contou que sempre teve muito desejo de ser padre e entrou para o seminário aos 16 anos. O padre trabalhava com carnaval e, de repente, disse que iria para o seminário, o que assustou muitas pessoas.

Ele revela ainda que já assistiu a um desfile de escolas de samba escondido, há dois anos atrás, na Marquês de Sapucaí. E diz ter gostado muito da experiência.

Em grande parte de seu trabalho, o padre Fábio de Melo prega a palavra de Deus através da música. Ao falar sobre o assunto, ele revela que cresceu em uma família muito musical e que já chegou ao mundo com música: “Eu nasci ao som de Jesus Cristo, uma música de Roberto Carlos. O médico que fazia o parto da minha mãe cantou essa música quando eu nascia”.

Sobre o assédio dos fãs, ele diz que as pessoas o tratam da forma que ele autoriza. Em uma sessão de autógrafos, durante o lançamento de um livro, em São José dos Campos, uma fã se aproximou e disse para o padre que eles precisavam resolver a situação deles, porque ela estava apaixonada por ele e tinha certeza de que eles iam se casar. “Se eu me portar como um padre que está querendo esse avesso, eu vou encontrar sim. Mas, graças a Deus, eu tenho tido uma boa assessoria, não só no sentido de me proteger, mas para me ajudar a firmar aquilo que eu decidi. Eu não posso acreditar em uma fé que não passe pela dúvida”. Na música “Contrários”, ele fala sobre essa dúvida que faz parte da fé.

O padre finaliza a entrevista dizendo que ainda preside missas e que, para começar bem o dia, é preciso uma boa higiene mental: “Sempre tenho muito medo de receber o dia carregado demais do que foi ontem, do que não deu certo, do que não valeu a pena e de perder a graça de receber tudo de bom que está preparado para o dia de hoje”.

Veja entrevista completa, com trechos que não foram ao ar, no vídeo abaixo.



Entrevista para a Rede Bom Dia

'Uma luz me orientou'
Fenômeno pop, o padre-cantor Fábio de Melo renega o rótulo de galã e conta de onde veio a inspiração para o novo CD

Virgínia Garbin
Especial para o BOM DIA
Segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 - 19:52

O provérbio é judaico, mas se aplica ao que vive atualmente o padre católico Fábio de Melo, 38 anos: “A modéstia é o mais nobre de todos os adornos”.

Discreto, ele renega os rótulos de celebridade ou galã e faz questão de manter sua rotina, com missas diárias. “Se eu perder o contato com as pessoas, estarei infeliz”, diz ele, que foi o maior vendedor de CDs em 2008 (700 mil cópias do álbum “Vida”) e que acaba de lançar o novo “Iluminar”, além do livro “Mulheres cheias de graça”.

Como foi a escolha das músicas do disco “Iluminar”?
FÁBIO DE MELO – Digo que esse disco teve vida própria e se configurou aos poucos. Eu tinha uma ideia de repertório que, em pouco tempo, mudou completamente.

Qual era a proposta inicial?
Queria um CD mais secular e menos religioso, com clássicos da música popular brasileira. Gosto da ideia de incluir o discurso religioso em canções da MPB. Consegui manter apenas “Novo tempo”, de Ivan Lins, Dessa maneira. No último mês, tive um surto de composições e escrevi várias músicas ao mesmo tempo. O CD ficou pronto em apenas 15 dias.

O nome “Iluminar” tem a ver com algum momento particular?
Gosto dessa palavra. Ela lembra reflexão, a luz que o Espírito Santo traz. Talvez tenha a ver comigo, sim. Afinal, neste ano, defini meu papel e a importância do que realizo. Uma luz me orientou.

Você lançou há dias “Mulheres cheias de graça”, seu terceiro livro para o público feminino.
Sempre tive mulheres muito fortes por perto, entre elas minha mãe, tias e professoras. Quem manda no mundo são elas, que usam o poder de forma sutil, sem grosseria. Na minha casa, tenho quatro irmãs que mandavam em todos.

E o livro “O destino das ausências”, que você lançará no ano que vem, fala sobre o quê?
Fala sobre as perdas que sofremos ao longo da vida, de nossas carências e até sobre a solidão.

Você continua com os seus compromissos de padre, mesmo sendo famoso?
Não me considero famoso, mas sim conhecido do grande público. Rezo minhas missas diariamente e ainda visito famílias onde moro, em Taubaté (a 140 quilômetros da Capital). Faço questão de encontrar pessoas para conversar, me ajuda na hora de escrever. Para mim, é questão de sobrevivência. Senão perderei toda a alegria.

A vida pública lhe cansa?
Ser uma pessoa pública é muito cansativo. Procuro me preservar e não gosto de noticiar tudo aquilo que faço. Tento achar o equilíbrio entre vida pública e privada. No entanto, as escolhas que fazemos nos empurram a sermos pessoas conhecidas.

Ser chamado de padre-galã ainda o incomoda?
Já incomodou mais. Hoje em dia, estou mais tranquilo, as pessoas me respeitam mais, a febre passou. Mesmo assim, acho o rótulo desnecessário.

O que faz com o dinheiro e os presentes que ganha?
Alguns objetos eu doo para quem precisa. E o dinheiro dos shows (são nove por mês) e da venda dos CDs é todo revertido para instituições de caridade cuidadas pela congregação. Além delas, há outras que adotei.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Matéria do Jornal Comércio de Franca 23/02/2010

Tema do dia
Terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Chalita e padre Fábio chamam a atenção
ILUSTRE - O padre cantor Fábio de Melo chegou de surpresa e saiu antes da missa terminar
No espaço reservado para autoridades civis na celebração de posse do novo bispo de Franca (21/02/2010), além de prefeitos (de Franca, Ituverava, Cristais Paulista, Guará, Nuporanga), vereadores e secretários municipais, um rosto conhecido no cenário político paulista chamou a atenção dos fiéis: o do ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo e atual vereador na capital, Gabriel Chalita. Acompanhado pelo deputado federal Marco Aurélio Ubiali (PSB), Chalita chegou em voo particular poucos antes da missa começar e foi embora antes de seu término.

Católico, com programa na TV católica Canção Nova, Chalita disse que estava em Franca como amigo de Dom Pedro Luiz Stringhini. Junto de Chalita veio o padre cantor Fábio de Melo. Paramentado para a missa, Fábio de Melo causou um princípio de tumulto ao chegar no ginásio. Avesso à entrevistas e com poucos sorrisos para fotos, o padre sentou em meio aos outros sacerdotes e saiu após a comunhão, escoltado, sem cantar ou fazer qualquer pronunciamento.


Confira mais fotos do evento...



Fotos: Marcos Limonti, Sérgio de Pinho, Tiago Brandão


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Kairós com Padre Fábio de Melo

Tema do evento será “Tudo posso n'Aquele que me fortalece”

A passagem bíblica "Tudo posso n'Aquele que me fortalece", extraída de Filipenses 4, 13, será o tema do Kairos especial com o padre Fábio de Melo no dia 28 de fevereiro, na sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).

O versículo também está numa das canções mais conhecidas do meio católico, interpretada pelo sacerdote e composta por sua amiga e cantora Celina Borges:
“Posso, tudo posso”. O evento vai contar com louvor, palestras e Santa Missa. Também estarão presentes o missionário da comunidade católica padre Fabrício de Andrade e oMinistério de Música da Canção Nova.

Padre Fábio de Melo
Foto: Arquivo CN

Aos domingos, quando não há acampamentos na Chácara Santa Cruz, são realizados esses encontros chamados Kairos – palavra grega que em português significa “tempo da graça de Deus”, pois do que mais precisamos em nossas vidas são das graças e das bênçãos divinas.

O encontro é gratuito e não há limite de idade para participar. Se desejar ficar mais de um dia, você poderá se hospedar na Pousada Sérgio Abib, que oferece 264 leitos, ou no Camping Canção Nova. Para informações sobre mais locais de alojamento na cidade conheça a
Associação de Hospedagem Papa Bento XVI e o Grupo de Apoio às Pousadas.

:: Conheça as regras do camping
:: Saiba mais sobre a Pousada Sérgio Abib


Maiores informações: (12)3186-2600 ou acesse
www.cancaonova.com


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Show em Resende / RJ


Resende com Padre Fábio de Melo neste sábado

Neste sábado, 27, Padre Fábio de Melo vai emocionar público do Teatro da AMAN, em Resende. A apresentação faz parte da turnê de lançando do CD “Iluminar” e começa às 21h. As portas do Teatro serão abertas às 20h. O valor dos ingressos varia entre R$ 20 e R$ 50 (mais 1 kg de alimento não perecível) . A classificação é livre .

Mais informações pelo telefone 9998-5661.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Gabriel Chalita abre seu apartamento para homenagear a amiga Bethy Lagardère



Figura central
Domingo, 21 de Fevereiro de 2010 | Da Redação

Gabriel Chalita foi o anfitrião de um jantar, na noite deste sábado (20), para homenagear Bethy Lagardére, ex-modelo brasileira, viúva do empresário Jean-Luc Lagardère (um dos homens mais ricos da França), considerada uma das mulheres mais elegantes do mundo.

Bethy, que hoje vive no eixo SP-Rio-Paris, foi o centro das atenções no encontro que celebrou seu aniversário e teve a presença de convidados prestigiadíssimos, como imortais da Academia Brasileira de Letras, personalidades da música, do teatro, da edução, da cena social.


Gabriel Chalita, o vereador mais votado em São Paulo no ano de 2008, autor de 50 livros, preparou surpresass para a noite de Lagardére, que assistiu a uma apresentação de João Carlos Martins ao piano. Mesmo com as mãos paralisadas por conta de problemas de saúde, o maestro tocou a canção Luiza para homenagear a aniversariante. Fortuna, Amanda Acosta e o Padre Fábio de Melo também cantaram e foram acompanhados em coro pelos demais convidados.

Nesse cenário, Christiane Torloni contou, em entrevista a Amaury Jr., que está em cartaz com a peça Loba de Ray-Ban, no Teatro Frei Caneca, em São Paulo. Direção de José Possi Neto.

Bruna Lombardi, por sua vez, celebrava o sucesso de seu filme O Signo da Cidade, premiado até em Israel. A atriz também revelou que agora em 2010 assinará o roteiro de uma comédia e que planos para voltar à TV não estão em vista.

Fafy Siqueira, que desfilava uma silhueta 23 kg mais magra, revelou que vai interpretar Dercy Gonçalves no teatro. A peça, escrita por Maria Adelaide Amaral, estreia até o fim do ano e a história vai começar contando a vida da atriz a partir de sua chegada ao céu.

João Carlos Martins aproveitou a noite para brindar e contar aos amigos que será enredo da escola de samba Vai-Vai em 2011.

Já Vânia Toledo está às voltas com o relançamento de seu livro "Persongens Femininos", que traz fotos de 54 artistas brasileiras.

Costanza Pascolato relembrou os trabalhos de Alexander McQueen e comentou da falta que o estilista fará no cenário fashion.


Figura central do encontro, Lagardére também falou sobre moda, inclusive a exposição de suas roupas, que aconteceu durante a São Paulo Fashion Week de 2009. Bethy contou que seu objetivo é transformar o acervo e todos os seus vestidos em um museu, que retrate a história da alta costura. Mineira, também relembrou o início de sua carreira como modelo de Denner, falou sobre predileções gastronômicas e sobre a fortuna que herdou após a morte do marido, Jean-Luc.


A cobertura completa da festa será exibida no Programa Amaury Jr. desta quarta-feira (24), a meia-noite, na RedeTV!.