Parte 1/5
Parte 2/5
Parte 3/5
Parte 4/5
Parte 5/5
Padre Fábio de Melo é popstar católico
Ele recebe declarações de amor das fiéis.
Discos e livros que vendem muito. Shows de norte a sul do Brasil. Fãs em prantos! Estamos falando, é claro, de um astro. Um popstar católico - o padre Fábio de Melo.
O Fantástico passou um dia ao lado desse religioso que lota estádios e acelera o coração das fiéis. “Ele traz alegria, traz conforto, traz Jesus para a nossa vida”, disse uma fã.
Um milhão de discos, sucesso nas livrarias e nos palcos e, ainda por cima, a maior pinta de galã. Padre Fábio de Melo conquistou o Brasil divulgando a fé católica com talento e charme. “Minha rotina não é muito simples, né. Eu tenho um programa de televisão. Tenho umas 40 rádios pelo Brasil afora, onde eu faço programa”, conta o padre.
No feriado de Corpus Christi, padre Fábio cantou para 70 mil pessoas no Estádio do Mineirão. São até 20 shows por mês. A música do religioso de 38 anos também está na novela "Caras e Bocas". Mesmo com tanta correria, não falta tempo para os estudos. “Fiz pós-graduação depois de padre, fiz mestrado, sou professor de Teologia”, revela o padre.
O Fantástico acompanhou o dia a dia desse mineiro caçula de oito filhos.
Assumidamente vaidoso, padre Fábio faz exercícios todos os dias. “A vaidade dele é de infância. Mesmo que não tinha uma roupa bonita, chique, aquela melhorzinha que ele tinha, tinha que ser secada na sombra. Ele guardava aquele sapatinho, podia ser velhinho, engraxadinho para ir à missa. O xampu que ele usava, tinha que ser aquele xampu especial“, revela Ana Maria de Melo, mãe de padre Fábio. “Eu não acho que é pecado a gente estar bem com a gente mesmo”, defende o padre. A preocupação com a boa aparência leva a alguns sacrifícios.“Tem uns sete anos que eu não como batata frita”, assume.
Não é à toa que volta e meia surgem propostas atrevidas. “Proposta de casamento, diz que está apaixonada. Por e-mail, chega muito, muito mesmo”, revela Padre Fábio.
“Quando o médico conduziu o parto da minha mãe, eu nasci ao som de "Jesus Cristo, Jesus Cristo, Jesus Cristo eu estou aqui", contou o padre. Com a bênção do Rei, padre Fábio só podia mesmo seguir o caminho da música. O velho violão está guardado na casa onde morou até os 16 anos, em Formiga, interior de Minas. “Ele gostava muito de estar tocando, aprendendo os acordes, e tudo”, disse Camilo de Lelis, irmão do padre.
Na escola estadual, a antiga professora não se esqueceu do garoto tímido. “Toda a vida foi uma criança muito quieta, muito comportada. Ele tinha uma letrinha bem feinha. Ótimo aluno, só não gostava muito da matemática. Nos primeiros dias de aula, ele fazia xixi na calça pra ir embora pra casa, e pedir pra mamãe, pra ficar perto da mamãe, que ele gostava demais, tinha muito carinho, ficava com saudade da mãe”, revela a ex-professora de padre Fábio, Rosângela Castro. A cena se repetiu três vezes. “Mas na quarta vez eu trouxe uma cuequinha, e quando ele disse: ‘fiz xixi na calça’, eu disse não tem problema, vamos lá e vamos trocar a cuequinha. E a partir disso ele até brinca, ‘eu sou o padre Fábio antes e depois da cueca’!”, acrescenta a professora.
Já adolescente, padre Fábio cantou em casamentos. “Determinado dia, nós resolvemos cantar ‘Como Uma Deusa’ pra noiva entrar. O padre queria expulsar a gente da igreja”, conta o ex-seminarista Alessandro Teixeira.
Nos bastidores da festa do peão de americana, em São Paulo, padre Fábio reza antes do show. “Que a nossa música e o nosso trabalho possam fazer bem a todas as pessoas que hoje nos escutam. Pai, filho, Espírito Santo, amém. Bom trabalho pra todo mundo!”, disse o padre. Cantando no palco, é mais uma oportunidade de levar a palavra de Deus ao público.
“E é por isso que Deus nos ama, tenho certeza. Porque ele nos olha sempre com o olhar de possibilidades. Enxerga dentro de nós aquilo que nós ainda não vimos”, diz padre Fábio.
“Hoje é um orgulho que a gente tem na nossa família”, diz o irmão do padre Fábio, Camilo de Lelis. “Esse aqui é meu pai. Papai deixou ele pra cuidar de mim, cuidar dos nossos irmãos”, conta a irmã Aparecida Vitória da Silva.
“Tudo na minha vida hoje tende a ser muito grande. O grande desafio é não esquecer quem eu sou. E não esquecer que eu sou padre, e que eu fiquei famoso porque eu sou padre.”, diz padre Fábio.
Fonte: Fantástico
Fonte: Estilo GNT
Ele tem cinco livros publicados, programa semanal de TV, site (www.fabiodemelo.com.br), blog e comunidades do Orkut criadas por fãs. O padre Fábio de Melo, da Diocese de Taubaté, tornou-se conhecido por meio da música. Em dez anos, vendeu mais de 1 milhão de cópias de seus 11 CDs e 1 DVD.

(Fotos: Carla Balthazar)
Músico, escritor, contador de histórias envolventes, Fábio de Melo une as palavras em mensagens que tocam o coração, o padre é um verdadeiro poeta da alma. “Amar talvez seja isso, descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz”, pe. Fábio de Melo
(clique na imagem e assista a entrevista na página da VNews)
Fonte: Descubraminas
AGENDA SUJEITA A ALTERAÇÕES, SEM AVISO PRÉVIO

No site do programa há um espaço para enviar sua pergunta ou mensagem para os convidados. Acesse o link e mande sua opinião, sugestão ou elogio para o programa.
(clique na imagem e acesse o site)
Fonte: Site TV Xuxa
Nossas comunidades no Orkut
PADRE FÁBIO... ANJO DE LUZ...
PADRE FÁBIO DE MELO - RJ

Fenômeno pop-eclesiástico
Mineiro nascido em Formiga, o padre Fábio de Melo é o mais novo fenômeno religioso do País. Aos 37 anos, ele é graduado em Filosofia e Teologia, pós-graduado em Educação, mestre em Teologia Sistemática e divide seu tempo entre o sacerdócio e seu trabalho como professor universitário, escritor, cantor, compositor e apresentador do programa “Direção Espiritual” na TV Canção Nova. Dedicando-se ao trabalho de evangelização por meio da arte, padre Fábio de Melo segue o princípio de que o Evangelho é sempre uma palavra que nos proporciona a “aventura do bem”. Já são 10 CDs gravados e quatro livros publicados, sendo que o penúltimo, Quem me roubou de mim, vendeu 130 mil exemplares em pouco mais de um mês. Nessa entrevista, ele fala um pouco sobre essa obra, na qual procurou fazer um paralelo entre o seqüestro do corpo (roubo da materialidade) e o seqüestro da subjetividade, contando diversas histórias que são comuns ao cotidiano das pessoas.No livro “Quem me roubou de mim” o senhor se propõe a falar sobre o seqüestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa. O que é o seqüestro da subjetividade?
Fábio de Melo É possível ter uma idéia pela repercussão do trabalho hoje, até pela própria vendagem do livro. Quando eu soube dos números fiquei um pouco assustado, porque eu sou leitor, trabalho em outras editoras e sei muito bem o que é vender livros neste País. E quando me disseram que nós já havíamos ultrapassado 130 mil cópias vendidas em um espaço de dois meses eu disse: “Meu Deus, que responsabilidade”. Shakespeare dizia isso, que quanto mais cresce a repercussão de um trabalho maior é a responsabilidade daquele que o faz. E hoje, eu administro essa responsabilidade com muito respeito. Respeito pelo público que me prestigia e pelas pessoas que escutam o que eu falo. E eu tenho sempre a consciência de que a minha palavra tem que estar energizada com a palavra de Jesus, tem que estar em consonância com o evangelho. E ser portador de uma boa notícia é muito bom. Saber que tudo o que a gente canta, escreve e fala não tem outro objetivo senão fazer bem as pessoas.Fonte: Revista Bianchini