Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de junho de 2010

"De Frente com Gabi" com Padre Fábio de Melo

Programa "De frente com Gabi" inédito com Pe. Fábio de Melo, apresentado por Marília Gabriela e exibido no dia 21/06/2010 no SBT. Mais uma oportunidade para que todos conheçam um pouco da pessoa excelente que o Padre Fábio é, isto é, uma pessoa de Deus colocada em nossos caminhos.


Parte 1/5


Parte 2/5


Parte 3/5


Parte 4/5


Parte 5/5



Fonte: You Tube/Fitcady

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Padre Fábio de Melo: "Meu objetivo é evangelizar"

Em entrevista exclusiva, o padre pop garante: é, sim, artista, mas o sacerdócio vem antes de tudo!
por Fabrício Pellegrino e Tatiana Ferreira

Prêmio de melhor cantor
"Fui contemplado na categoria cantor, no Melhores do Ano, do Domingão do Faustão. O prêmio é uma responsabilidade grande. Tenho um trabalho diferente como padre e isso me expõe de outra forma ao Brasil. A música é um instrumento de evangelização."

Críticas
"Tive dificuldade em convencer as pessoas de que poderia fazer um trabalho de qualidade. Já recebi muitas críticas, mas agora elas estão mais amenas. Apesar de a música católica já ter feito história no Brasil, as pessoas não entenderam quando surgi com uma nova proposta. Mas isso faz parte da vida. A crítica bem-feita nos edifica."

Padre pop
"Tudo que faço, o desdobramento de eu ser padre, geram estes termos: 'ele é artista, é pop...' Essa é uma maneira fácil de nomear o outro. O meu objetivo é evangelizar."

Artista assumido
"Não tenho problema em assumir o meu lado artista. Sou, sim, artista, mas antes de tudo, sou um padre! Meu trabalho é verdadeiramente de arte, de sensibilidade. Mas sou um artista no segundo plano, o meu primeiro trabalho, a minha primeira experiência de vida, é ser padre."

Pedofilia
"É triste. Considero um dos mais bárbaros crimes, pois deixam marcas terríveis na vida das pessoas. Acho que todo crime de pedofilia deveria ser punido, assim como qualquer outro crime. Nós não temos o direito de tratar isso como displicência."

Fiéis
"Não tenho um número de fiéis conquistados, mas a partir do resultado do meu trabalho, estima-se que 70% dos telespectadores do meu programa não sejam católicos. Isso significa que atinjo muita gente que não professa religião nenhuma."

Próximo trabalho
"Em junho farei o DVD do CD Iluminar, que foi o último trabalho lançado. Provavelmente será gravado no Teatro Abril, em São Paulo."



Fonte: Viva Mais

sexta-feira, 5 de março de 2010

Entrevista no Bom Dia Rio

Padre Fábio de Melo revela que já chegou ao mundo com música

O padre conta que, durante o parto de sua mãe, o médico cantou a música Jesus Cristo, de Roberto Carlos. Ele diz que sempre quis ser padre e entrou para o seminário aos 16 anos.

Religião e fama, sacerdote e ídolo popular. O padre Fábio de Melo é cantor, compositor, escritor, apresentador de TV e de rádio, formado em filosofia e em teologia. Ele dispensa o rótulo de galã e diz que toda essa exposição é resultado de um trabalho maior, de evangelização, um trabalho que se dedica a pregar a palavra de Deus.

Uma das qualidades que a igreja valoriza no ser humano é a humildade. O padre contou que já sofreu preconceito pelo fato de o seu trabalho ter um certo tipo de exposição. “Eu acho que toda a pessoa que é pública sofre de um mal terrível, que é ela ser sempre imaginada. Ou as pessoas me imaginam melhor do que eu sou, ou pior. E as duas formas são terríveis. E eu acredito que buscar esse equilíbrio é o desafio”, disse o padre Fábio de Melo.

Ele contou que sempre teve muito desejo de ser padre e entrou para o seminário aos 16 anos. O padre trabalhava com carnaval e, de repente, disse que iria para o seminário, o que assustou muitas pessoas.

Ele revela ainda que já assistiu a um desfile de escolas de samba escondido, há dois anos atrás, na Marquês de Sapucaí. E diz ter gostado muito da experiência.

Em grande parte de seu trabalho, o padre Fábio de Melo prega a palavra de Deus através da música. Ao falar sobre o assunto, ele revela que cresceu em uma família muito musical e que já chegou ao mundo com música: “Eu nasci ao som de Jesus Cristo, uma música de Roberto Carlos. O médico que fazia o parto da minha mãe cantou essa música quando eu nascia”.

Sobre o assédio dos fãs, ele diz que as pessoas o tratam da forma que ele autoriza. Em uma sessão de autógrafos, durante o lançamento de um livro, em São José dos Campos, uma fã se aproximou e disse para o padre que eles precisavam resolver a situação deles, porque ela estava apaixonada por ele e tinha certeza de que eles iam se casar. “Se eu me portar como um padre que está querendo esse avesso, eu vou encontrar sim. Mas, graças a Deus, eu tenho tido uma boa assessoria, não só no sentido de me proteger, mas para me ajudar a firmar aquilo que eu decidi. Eu não posso acreditar em uma fé que não passe pela dúvida”. Na música “Contrários”, ele fala sobre essa dúvida que faz parte da fé.

O padre finaliza a entrevista dizendo que ainda preside missas e que, para começar bem o dia, é preciso uma boa higiene mental: “Sempre tenho muito medo de receber o dia carregado demais do que foi ontem, do que não deu certo, do que não valeu a pena e de perder a graça de receber tudo de bom que está preparado para o dia de hoje”.

Veja entrevista completa, com trechos que não foram ao ar, no vídeo abaixo.



Entrevista para a Rede Bom Dia

'Uma luz me orientou'
Fenômeno pop, o padre-cantor Fábio de Melo renega o rótulo de galã e conta de onde veio a inspiração para o novo CD

Virgínia Garbin
Especial para o BOM DIA
Segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 - 19:52

O provérbio é judaico, mas se aplica ao que vive atualmente o padre católico Fábio de Melo, 38 anos: “A modéstia é o mais nobre de todos os adornos”.

Discreto, ele renega os rótulos de celebridade ou galã e faz questão de manter sua rotina, com missas diárias. “Se eu perder o contato com as pessoas, estarei infeliz”, diz ele, que foi o maior vendedor de CDs em 2008 (700 mil cópias do álbum “Vida”) e que acaba de lançar o novo “Iluminar”, além do livro “Mulheres cheias de graça”.

Como foi a escolha das músicas do disco “Iluminar”?
FÁBIO DE MELO – Digo que esse disco teve vida própria e se configurou aos poucos. Eu tinha uma ideia de repertório que, em pouco tempo, mudou completamente.

Qual era a proposta inicial?
Queria um CD mais secular e menos religioso, com clássicos da música popular brasileira. Gosto da ideia de incluir o discurso religioso em canções da MPB. Consegui manter apenas “Novo tempo”, de Ivan Lins, Dessa maneira. No último mês, tive um surto de composições e escrevi várias músicas ao mesmo tempo. O CD ficou pronto em apenas 15 dias.

O nome “Iluminar” tem a ver com algum momento particular?
Gosto dessa palavra. Ela lembra reflexão, a luz que o Espírito Santo traz. Talvez tenha a ver comigo, sim. Afinal, neste ano, defini meu papel e a importância do que realizo. Uma luz me orientou.

Você lançou há dias “Mulheres cheias de graça”, seu terceiro livro para o público feminino.
Sempre tive mulheres muito fortes por perto, entre elas minha mãe, tias e professoras. Quem manda no mundo são elas, que usam o poder de forma sutil, sem grosseria. Na minha casa, tenho quatro irmãs que mandavam em todos.

E o livro “O destino das ausências”, que você lançará no ano que vem, fala sobre o quê?
Fala sobre as perdas que sofremos ao longo da vida, de nossas carências e até sobre a solidão.

Você continua com os seus compromissos de padre, mesmo sendo famoso?
Não me considero famoso, mas sim conhecido do grande público. Rezo minhas missas diariamente e ainda visito famílias onde moro, em Taubaté (a 140 quilômetros da Capital). Faço questão de encontrar pessoas para conversar, me ajuda na hora de escrever. Para mim, é questão de sobrevivência. Senão perderei toda a alegria.

A vida pública lhe cansa?
Ser uma pessoa pública é muito cansativo. Procuro me preservar e não gosto de noticiar tudo aquilo que faço. Tento achar o equilíbrio entre vida pública e privada. No entanto, as escolhas que fazemos nos empurram a sermos pessoas conhecidas.

Ser chamado de padre-galã ainda o incomoda?
Já incomodou mais. Hoje em dia, estou mais tranquilo, as pessoas me respeitam mais, a febre passou. Mesmo assim, acho o rótulo desnecessário.

O que faz com o dinheiro e os presentes que ganha?
Alguns objetos eu doo para quem precisa. E o dinheiro dos shows (são nove por mês) e da venda dos CDs é todo revertido para instituições de caridade cuidadas pela congregação. Além delas, há outras que adotei.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Vídeo matéria do Fantástico

Padre Fábio de Melo é popstar católico
Ele recebe declarações de amor das fiéis.

Discos e livros que vendem muito. Shows de norte a sul do Brasil. Fãs em prantos! Estamos falando, é claro, de um astro. Um popstar católico - o padre Fábio de Melo.

O Fantástico passou um dia ao lado desse religioso que lota estádios e acelera o coração das fiéis. “Ele traz alegria, traz conforto, traz Jesus para a nossa vida”, disse uma fã.

Um milhão de discos, sucesso nas livrarias e nos palcos e, ainda por cima, a maior pinta de galã. Padre Fábio de Melo conquistou o Brasil divulgando a fé católica com talento e charme. “Minha rotina não é muito simples, né. Eu tenho um programa de televisão. Tenho umas 40 rádios pelo Brasil afora, onde eu faço programa”, conta o padre.

No feriado de Corpus Christi, padre Fábio cantou para 70 mil pessoas no Estádio do Mineirão. São até 20 shows por mês. A música do religioso de 38 anos também está na novela "Caras e Bocas". Mesmo com tanta correria, não falta tempo para os estudos. “Fiz pós-graduação depois de padre, fiz mestrado, sou professor de Teologia”, revela o padre.

O Fantástico acompanhou o dia a dia desse mineiro caçula de oito filhos.

Assumidamente vaidoso, padre Fábio faz exercícios todos os dias. “A vaidade dele é de infância. Mesmo que não tinha uma roupa bonita, chique, aquela melhorzinha que ele tinha, tinha que ser secada na sombra. Ele guardava aquele sapatinho, podia ser velhinho, engraxadinho para ir à missa. O xampu que ele usava, tinha que ser aquele xampu especial“, revela Ana Maria de Melo, mãe de padre Fábio. “Eu não acho que é pecado a gente estar bem com a gente mesmo”, defende o padre. A preocupação com a boa aparência leva a alguns sacrifícios.“Tem uns sete anos que eu não como batata frita”, assume.

Não é à toa que volta e meia surgem propostas atrevidas. “Proposta de casamento, diz que está apaixonada. Por e-mail, chega muito, muito mesmo”, revela Padre Fábio.

“Quando o médico conduziu o parto da minha mãe, eu nasci ao som de "Jesus Cristo, Jesus Cristo, Jesus Cristo eu estou aqui", contou o padre. Com a bênção do Rei, padre Fábio só podia mesmo seguir o caminho da música. O velho violão está guardado na casa onde morou até os 16 anos, em Formiga, interior de Minas. “Ele gostava muito de estar tocando, aprendendo os acordes, e tudo”, disse Camilo de Lelis, irmão do padre.

Na escola estadual, a antiga professora não se esqueceu do garoto tímido. “Toda a vida foi uma criança muito quieta, muito comportada. Ele tinha uma letrinha bem feinha. Ótimo aluno, só não gostava muito da matemática. Nos primeiros dias de aula, ele fazia xixi na calça pra ir embora pra casa, e pedir pra mamãe, pra ficar perto da mamãe, que ele gostava demais, tinha muito carinho, ficava com saudade da mãe”, revela a ex-professora de padre Fábio, Rosângela Castro. A cena se repetiu três vezes. “Mas na quarta vez eu trouxe uma cuequinha, e quando ele disse: ‘fiz xixi na calça’, eu disse não tem problema, vamos lá e vamos trocar a cuequinha. E a partir disso ele até brinca, ‘eu sou o padre Fábio antes e depois da cueca’!”, acrescenta a professora.

Já adolescente, padre Fábio cantou em casamentos. “Determinado dia, nós resolvemos cantar ‘Como Uma Deusa’ pra noiva entrar. O padre queria expulsar a gente da igreja”, conta o ex-seminarista Alessandro Teixeira.

Nos bastidores da festa do peão de americana, em São Paulo, padre Fábio reza antes do show. “Que a nossa música e o nosso trabalho possam fazer bem a todas as pessoas que hoje nos escutam. Pai, filho, Espírito Santo, amém. Bom trabalho pra todo mundo!”, disse o padre. Cantando no palco, é mais uma oportunidade de levar a palavra de Deus ao público.

“E é por isso que Deus nos ama, tenho certeza. Porque ele nos olha sempre com o olhar de possibilidades. Enxerga dentro de nós aquilo que nós ainda não vimos”, diz padre Fábio.

“Hoje é um orgulho que a gente tem na nossa família”, diz o irmão do padre Fábio, Camilo de Lelis. “Esse aqui é meu pai. Papai deixou ele pra cuidar de mim, cuidar dos nossos irmãos”, conta a irmã Aparecida Vitória da Silva.

“Tudo na minha vida hoje tende a ser muito grande. O grande desafio é não esquecer quem eu sou. E não esquecer que eu sou padre, e que eu fiquei famoso porque eu sou padre.”, diz padre Fábio.


Fonte: Fantástico

terça-feira, 26 de maio de 2009

Vídeo Estilo GNT

Padre fashion
Fábio de Melo dispensa a batina e revela que é vaidoso



O padre Fábio de Melo dispensa a batina e prefere um estilo mais sóbrio quando sobe no palco: calça jeans, camisa básica e blazer. Campeão de vendas de discos no Brasil em 2008, com música na trilha da novela ‘Caras & Bocas’, o padre boa pinta (sic) confessou suas vaidades ao Estilo GNT. Ele contou que gosta de se cuidar, faz exercícios e escolhe com cuidado as suas roupas. É ou não é um padre moderno? Assista:



Fonte: Estilo GNT

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Matéria do Jornal O Estado de São Paulo

Um DVD, 11 CDs, programa de TV, 5 livros. E é padre
Fábio de Melo, da Diocese de Taubaté, vendeu mais de 1 milhão de cópias de seus discos em dez anos

Roberta Pennafort, RIO
04/12/2009


Ele tem cinco livros publicados, programa semanal de TV, site (www.fabiodemelo.com.br), blog e comunidades do Orkut criadas por fãs. O padre Fábio de Melo, da Diocese de Taubaté, tornou-se conhecido por meio da música. Em dez anos, vendeu mais de 1 milhão de cópias de seus 11 CDs e 1 DVD.

"Eu me utilizo dos recursos que tenho", diz. "Sou padre nesse contexto globalizado, onde os veículos de comunicação são inúmeros." Só não gosta de ser chamado de padre galã. "Não gosto destas reduções." O fato de não usar batina nos shows, ao contrário de Marcelo Rossi, ajuda a provocar assédio. "Mas são raros. O que recebo é o carinho das pessoas que se identificam com meu jeito de evangelizar."

A empresária Heliomara Marques, que o acompanha há oito anos, jamais presenciou uma cena "mais escandalosa" envolvendo uma fã. "Lógico que existem meninas atraídas pela estética, mas ele percebe, já trata com aquela distância e coloca a pessoa no lugar dela." Batina, só usa em missas de casamento e batismo. Mas só consegue celebrar três por mês.

Sua imagem é diferente daquela cristalizada por Rossi. Melo sobe ao palco, dá palestras e aparece na TV geralmente de calça jeans e camisa social. No pescoço, uma correntinha de couro preto com uma cruz prateada.

Caçula de oito irmãos, muito ligado à mãe, é mineiro de Formiga e vem de família pobre. Tem 37 anos e foi ordenado em 2001. Formou-se em Teologia e Filosofia e se pós-graduou em Educação e Teologia Sistemática. Foi professor universitário e hoje trabalha com a Pastoral Universitária. Canta desde menino.

Chamado de "poeta de Deus", é compositor de Humano Demais e Filho do Céu, entre outras. Também grava canções de Fábio Jr. (Pai), e de Toquinho (O Caderno). É o principal nome da Talento Produções, especializada em artistas católicos. Segundo Heliomara, a renda da venda de produtos e shows é distribuída entre instituições das cidades pelas quais passa, a Fundação Ato Solidário, que apóia, e a diocese. Uma pequena parte vai para seu sustento.

Na internet, há relatos curiosos a seu respeito. Em seu site, uma seção exibe fotografias que os fãs tiram com o padre e depois enviam, junto com mensagens. Uma delas, Ana Cristina Neves, de São Paulo, que esteve com ele em novembro do ano passado, escreveu: "Com suas palavras, ele conseguiu me tirar de uma depressão, por isso sou dependente, viciada em suas palavras. Tenho todos os CDs, livros e não perco um programa, pois ele realmente é minha 'direção espiritual'."

Na comunidade do Orkut "Sou fã do Padre Fábio de Melo", uma moça gaúcha diz: "Ele foi um achado muito importante na minha vida, uma coisa inexplicável. Ele é tudo de bom".

Melo diz que nunca enfrentou resistências em sua diocese por causa do trabalho como cantor. "A Igreja não se opõe a ninguém que esteja evangelizando. Por isso, busquei estudar e qualificar o meu discurso."


Matéria publicada em 04/01/2009

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Padre Fábio no programa MAIS VOCÊ




Neste dia de Natal, quem recebe o presente é você. Ana Maria Braga recebe o Padre Fábio de Melo na manhã desta quinta-feira, a partir das 8h15, no programa Mais Você.

É uma bela oportunidade de começar este dia, já repleto de alegria pela comemoração da chegada do filho de Deus feito homem, com a participação sempre tão enriquecedora de um Jesus contemporâneo a nós, tão humano, tão verdadeiro, tão entregue a tudo o que Deus lhe coloca.

Prepare o coração e... Não perca!!!




Só Para Saber...

O Mais Você ganhou o prêmio de melhor programa de variedades em 2008, oferecido pela Associação de Imprensa da Barra da Tijuca/RJ.

O Mais Você também ganhou o prêmio Qualidade Brasil 2008 - como melhor programa e melhor programa de temática feminina.



Quarta Viva com Padre Fábio de Melo


Hoje, a partir das 22h, não deixe de conferir a participação do Padre Fábio de Melo no especial de Natal do programa Quarta Viva, na TV Canção Nova.

Gabriel Chalita entrevista o sacerdote, seu amigo de longa data, que fala sobre sua vida, carreira, sucesso e muito mais, num bate-papo descontraído e repleto de momentos de poesia e emoção.

Ainda recuperando-se de um edema nas cordas vocais, Padre Fábio esbanjou simpatia e ainda interpretou em playback algumas das canções de seu mais recente trabalho, o CD Vida

Confira alguns momentos...



(Fotos: Carla Balthazar)

domingo, 21 de dezembro de 2008

Papo Vanguarda com Padre Fábio de Melo

Não perca o Papo Vanguarda Especial de Natal
com padre Fábio de Melo


A TV Vanguarda preparou um presente de Natal para os moradores do Vale do Paraíba e Região Bragantina.

O Papo Vanguarda apresenta um especial de Natal cheio de religiosidade e palavras de carinho. O convidado é o Padre Fábio de Melo.

Um bate papo imperdível, que vai fazer bem para o coração e para a alma. É neste domingo (21), às 23h35, logo depois do programa "Faça sua História".


Saiba Mais...

Programação TV Vanguarda
Canais e Cobertura


quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

www.revistaprofashional.com.br

Poeta da alma...
por Marisa Abel

Músico, escritor, contador de histórias envolventes, Fábio de Melo une as palavras em mensagens que tocam o coração, o padre é um verdadeiro poeta da alma. “Amar talvez seja isso, descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz”, pe. Fábio de Melo

Você, querido leitor profashional, deve estar se perguntando neste momento o que um padre faz na capa de uma revista de moda, e nós respondemos: Fábio de Melo é um tradutor de sentimentos do mundo. Tem o poder transformador das palavras e mensagens que falam de vida, da beleza de amar e comungar com o universo a maravilha de ser você mesmo e de viver – isso é profashional. A nossa abordagem aqui não é sobre uma religião específica (respeitamos todas as crenças) e sim sobre o valor de cada mensagem.

Antenado às tecnologias e nas formas de comunicação do século XXI, pe. Fábio tem site, posta suas reflexões em seu blog, faz shows por todo o Brasil e celebra a vida com plenitude, mas, sobretudo isso, ele faz da música e das palavras o seu instrumento disseminador de idéias, não exclusivamente para os católicos, mas para todos aqueles que apreciam a frase dita de forma direta e que faz seu cérebro (e coração) parar para refletir.

Cada frase é uma união de palavras que nos faz ver na simplicidade a beleza do eterno e descobrir o que é essencial e nossa própria essência. “Eu vejo estradas construídas na minh’alma, por onde passa o mundo inteiro bem ali” (música: “Enredos do meu povo simples”). Mais sobre essa energia do padre você também pode ler na seção script.
“Eu sou um contador de histórias... gosto de me aventurar no universo das palavras, gosto de vê-las clamando por minhas mãos, desejosas de saírem da condição do silêncio. Escrever é uma forma de desvendar o mundo”, essa é uma das descrições que o trovador Fábio tem de si, nós concordamos.


Confira a entrevista exclusiva que pe. Fábio de Melo cedeu para a Profashional:

Profashional: As palavras bem colocadas acompanham os seus pensamentos e nos fazem pensar nos momentos de nossa vida e na importância de cada coisa. Tanta inspiração vem de experiências vividas ou acompanhadas?
Fábio de Melo: O cotidiano é minha fonte. A vida humana é minha matéria. Ou porque vivi, ou porque vi de perto.

P.: Você já declarou que com a música é preciso fazer com que a imagem aconteça dentro de você. Quando está cantando, você sente toda essa vibração. O que acontece no seu íntimo?
F.M.: Nem sei. É tudo tão intenso que nem dá para dizer. O que sei é que há um envolvimento pleno. Música é também imagem. Há cenas nas frases.

P.: A música é pano de fundo da sua vida. Existe alguma em especial que toca mais seu coração?
F.M.: A música popular brasileira me toca muito. Há trechos que se tornaram imortais para a nossa cultura.

P.: Você fez da música um instrumento de trabalho. Hoje, como você enxerga todo esse processo?
F.M.: Eu não me separo da música. O meu ministério sacerdotal se desdobra na arte. Antes de tudo, eu sou padre. O ofício que exerço é um desdobramento do que sou.

P.: Nas suas palavras “religião é religar duas pontas que precisam se encontrar”. Em todos os seus momentos, o que de maior destaque foi religado ao seguir o caminho da religião?
F.M.: O discurso religioso pode nos ajudar a reintegrar o que perdemos ao longo da vida. A palavra de Jesus é de devolução. Ele me devolve a mim mesmo. Sempre que encontro alguém e escuto: “Você me ajudou a ser eu mesma!”, eu penso – “Valeu ter vivido!”

P.: A decisão em optar pela batina ocorreu em que momento da sua vida?
F.M.: Desde criança. Cresci numa família muito religiosa. A figura do padre sempre disse muito ao meu contexto cultural. Eu via no padre uma pessoa feliz, realizada, fazendo o bem às pessoas. Quis ser também.

P.: Quais são as ações que você julga ser as que mais fazem as pessoas refletirem sobre suas vidas?
F.M.: Geralmente, é o momento da dor.

P.: Você é um padre moderno. Tem site, canta, faz show e ainda possui um blog no qual posta seus pensamentos. Como é sua relação com os artefatos da modernidade?
F.M.: Eu me utilizo de tudo o que posso. Os meios estão aí e as pessoas estão necessitadas. Não posso negligenciar a oportunidade de melhorar o mundo. Eu creio no poder da palavra. Palavras mal ditas possuem o poder de nos destruir. Palavras bem ditas exercem poder contrário. Eu prefiro o segundo poder.

P.: Com a agenda lotada de compromissos, sobra tempo para conhecer as cidades por onde você passa?
F.M.: Não. Sempre que viajo a trabalho, eu já saio de casa sabendo que não conhecerei muita coisa. Não crio expectativas.

P. : Defina o poder das palavras.
F.M.: A palavra é uma pá que lavra o chão da nossa alma.

P.: Quando não está usando a batina, costuma praticar quais atividades?
F.M.: Eu não uso batina. Só uso os paramentos litúrgicos para as celebrações. Eu me visto normalmente.

P.: Na sua visão, como está o contato entre as pessoas e a religião nos dias de hoje?
F.M.: O discurso religioso, quando mal aplicado, é um instrumento de guerra. Tenho medo das religiões que alienam. Elas retiram as pessoas do comprometimento histórico e as projetam para esperanças futuras. Religião não pode ser feita somente de esperanças futuras. O hoje é o lugar da ação de Deus. A realização humana consiste em descobrir o equilíbrio entre as pontes do tempo. O céu começa agora. O inferno também. As escolhas que fazemos na vida são determinantes para o estabelecimento de um ou outro.

P.: Se não fosse padre, o que gostaria de fazer? Seguiria alguma profissão?
F.M.: Eu queria ser veterinário.

P.: Qual seu pensamento sobre a moda?
F.M.: Muito mais importante que estar na moda é estar bem cuidado.

P.: Seu estilo de se vestir é...
F.M.: Não sei. Vocês que são especialistas é que precisam me ensinar... Risos.

Curtas e Rápidas...

Uma música: "Beatriz" (Edu Lobo e Chico Buarque).
Melhor momento: Sempre que posso, eu o faço acontecer.
Parábola para ser sempre usada como exemplo: A do semeador.
Vida: Prioridade.
Morte: Inevitável.
Sabor de... Chocolate com menta.
No dia-a-dia não pode faltar: Um poema de Adélia Prado.
O livro que mais gostou de escrever foi... "Mulheres de aço e de flores".
Jesus... Minha matriz. Eu sou a filial.
Fábio de Melo por Fábio de Melo: Um homem feliz, realizado.
Ser Profashional é... É ser integrado, não deixando que nada de nós fique de fora.

"Você pode até dizer que não entendeu o que te disse,
mas jamais poderá dizer que não entendeu como te olhei"
(Fábio de Melo)




















(clique na imagem para ampliar)


Onde Encontrar???
Av. Jandira, 843 - Moema - São Paulo - S.P. - 04080-005
Fone: (11) 5051-4084


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Entrevista ao Portal VNews

Padre Fábio de Melo deixa mensagem de Natal aos leitores do Portal VNews, da Rede Vanguarda de São José dos Campos/SP.

por Eduardo Carvalho e Silas Pereira
21h10min - 02/12/2008


A Rede Vanguarda recebeu nesta terça-feira (2) uma visita especial: esteve na sede da TV em São José dos Campos o Padre Fábio de Melo, que é cantor, compositor, poeta, escritor e professor.

Fábio José de Melo Silva nasceu na cidade de Formiga (MG) e neste ano deverá ser confirmado como um dos maiores sucessos da música: ele pode ser o autor de CDs mais vendido do país.

O padre visitou a Vanguarda para gravar uma versão da canção tema da emissora, “Aqui é o meu lugar”, para um especial de fim de ano. Ele também participou do Madrugada Vanguarda, num bate-papo com o apresentador Vinicius Valverde.

E no VNews, você confere uma entrevista exclusiva com o padre. Ele deixa uma mensagem de Natal aos leitores do site e fala também sobre: Papa Bento XVI, diferentes meios para evangelizar, preconceitos e Vale do Paraíba. Assista:


(clique na imagem e assista a entrevista na página da VNews)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Entrevista para o site Descubraminas

No mês do Natal, Padre Fábio de Melo fala sobre os encantos que teêm por Minas e traz uma mensagem especial para você.


Por Brenda Lara, Ednardo Max e Juliana Linhares
01/12/2008




DM: O senhor nasceu em Formiga. Como foi a vida do menino Fábio em uma cidade do interior de Minas? Quais são as melhores lembranças?

Padre Fábio de Melo: Minha infância foi rural. Morava numa região da cidade muito marcada pela simplicidade. Minhas lembranças felizes são costuradas a tudo o que pertence a este contexto de simplicidade. Andar a cavalo, brincar em casa abandonada, roubar frutas no sítio do vizinho...

DM: No álbum “Tom de Minas” o senhor faz homenagens a Milton Nascimento e Adélia Prado. Na faixa “Contrários” há uma participação especial de Paulinho Pedra Azul. A cultura mineira sempre foi uma inspiração no seu trabalho?

Pe. FM: Eu costumo dizer que a Adélia é a matriz da minha literatura. Foi com ela que eu aprendi que o cotidiano é o lugar da beleza velada, e que escrever é ofício de retirar o véu. A vida em Minas segreda motivos interessantes, nosso jeito de ver o mundo é muito peculiar. Milton Nascimento é minha matriz musical. Cresci ouvindo suas canções e com elas despertei minha sensibilidade. Paulinho Pedra Azul é uma de nossas maiores riquezas. Me recordo até hoje, o primeiro contato que tive com a obra dele. Ele me ensinou que a tristeza é bela. A melancolia do Paulinho é um retrato que guardo na sala de estar da minha vida.

DM: “Tom de Minas/ Terra onde a palavra é dom / Sons de mil tons / Terra onde das esquinas nascem sons.” Nos primeiros versos da música Tom de Minas o senhor evoca a musicalidade dos mineiros. A riqueza musical de Minas Gerais vai do estilo barroco ao contemporâneo. Quais suas preferências e com que freqüência o senhor ouve música mineira?

Pe. FM: Eu escuto sempre. Fiz minha casa na “esquina do clube”. A metáfora é só para demonstrar o quanto este movimento ainda me move. Os sons contemporâneos de Minas são riquíssimos. Samuel Rosa nos representa com mestria. As suas parcerias com Chico Amaral salvaram uma época. Rogério Flausino também é um talento grandioso. Vander Lee é um poeta musical, lida bem com a sonoridade das palavras. Anthonio é um cantor que escuto todos os dias, assim como tomo vitamina C. Mantêm a saúde.

DM: Existem projetos para outros trabalhos – músicas ou livros – inspirados nas Minas Gerais?

Pe. FM: Existem. O primeiro é o livro: “Orfandades – O destino das ausências” e deve ser lançado no início de 2009. Outro projeto, também para o ano que vem, é a gravação do CD “Tom de Minas” em DVD. Tenho muita vontade de pegar as canções do CD e ampliar o projeto com poemas e outros textos. Quero fazer uma homenagem à minha terra. Minas é minha mãe. É dela que herdei meu jeito demorado de olhar para o mundo.

DM: Em sua experiência como sacerdote o senhor percebe que a religiosidade do mineiro é diferente dos outros brasileiros ou isso é apenas uma fala tradicional?

Pe. FM: É diferente. Nos andores de Minas as dores nos parecem bonitas. A religiosidade mineira esbarra o tempo todo no cenário do calvário. Há quem enxergue nisso um “dolorismo”. Eu enxergo uma espiritualidade encarnada. A gente reza a partir da dor.

DM: Entre belas igrejas, gastronomia, paisagens e outras coisas boas de Minas, para o senhor quais são os símbolos das Gerais?

Pe. FM: O povo. A fala inconfundível. Se eu encontro um mineiro em Paris, reconheço logo. É marca que trazemos na alma. Nossa fala tem pausas, tem sotaque que nenhum outro povo no mundo tem igual.

DM: Como tratar a fé no mundo que atualmente estamos vivendo, em que as pessoas cada vez mais deixam a religiosidade de lado?

Pe. FM: Eu creio que o discurso religioso se torna mais interessante à medida que cumpre a missão de aliviar a existência. Fé é experiência existencial, e por isso precisa mover a nossa vida. Reduzir a religiosidade ao cumprimento do rito é empobrecer a riqueza. Grande parte das pessoas que não são religiosas, nasceram e cresceram na religião das obrigações.

DM: Como é o dia-a-dia de um evangelizador e uma pessoa atuante na mídia?

Pe. FM: Não tenho rotina. Todo dia tenho um lugar diferente para chegar. A minha única garantia é que Deus mora em todos os lugares. Eu o encontro sempre.

DM: Que sentimento lhe ocorre quando você fica sabendo da satisfação espiritual dos fiéis quanto às suas pregações em eventos evangelísticos?

Pe. FM: Não há nada mais realizador. Saber que meu ministério fez bem a alguém já é motivo para dizer: Valeu ter vivido!

DM: Deixe uma mensagem de Natal para os funcionários do SENAC e para os internautas do Descubraminas.


(confira no próximo post)





Fonte: Descubraminas

domingo, 16 de novembro de 2008

Agenda Canção Nova 2009

O site da Canção Nova já está divulgando as datas em que Padre Fábio participará dos acampamentos na Chácara Santa Cruz.

Confira e começe a se programar para não ficar de fora de nenhuma data!


AGENDA SUJEITA A ALTERAÇÕES, SEM AVISO PRÉVIO



De 20 a 25 de Fevereiro
Acampamento de Carnaval - Tema: “Vida nova em Cristo”
Presenças:
> Mons. Jonas Abib
> Pe. Fábio de Melo
> Padres e Músicos Canção Nova

Dias 1, 2 e 3 de Maio
HALLEL Canção Nova 2009
Presenças:
> Todos os Músicos da Canção Nova
> Pe. Fábio de Melo
> Pe. Roberto Lettieri
> Convidados

Dias 17, 8 e 19 de Julho
Acampamento para casais – Tema: ”Quem nos uniu foi Deus”
Presenças:
> Prof. Felipe Aquino
> Pe. Fábio de Melo
> Salette Ferreira
> Márcio Mendes
> Laércio Oliveira

Dias 4, 5, 6, e 7 de Setembro
Acampamento de Oração
Presenças:
> Pe. Fábio de Melo
> Ricardo Sá
> Salette Ferreira




Dias 4, 5 e 6 de Dezembro
Hosana Brasil 2009
Presenças:
> Mons. Jonas Abib
> Luzia Santiago
> Pe. Fábio de Melo





quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Padre Fábio no programa PAPO DE AMIGOS


Padre Fábio de Melo estará no programa Papo de Amigos, na TV Gazeta, que será exibido dia 21/11.

A atração, apresentada por Amanda Françozo, é um programa de variedades com muita música, entrevistas, informação, curiosidade e lazer para toda a família.

Este espaço, aberto a todas as idades, mostra a intimidade de personalidades num bate-papo descontraído. Apresenta os sucessos da música e as novidades, numa oportunidade para os novos talentos de diversas áreas.

No site do programa há um espaço para enviar sua pergunta ou mensagem para os convidados. Acesse o link e mande sua opinião, sugestão ou elogio para o programa.


Como Assim???
21/11/2008 - a partir das 22h
Programa Papo de Amigos - TV Gazeta
Rio de Janeiro - Canal 20
São Paul0 - Canal 11
Sky - 225
Net - 21




Nossas comunidades no Orkut

Padre Fábio no TV XUXA - faça sua pergunta!!!

Ainda não tem data marcada, mas já está confirmado: em breve, Padre Fábio estará no TV Xuxa falando sobre sua vida e vocação no quadro "Papo X". Além de falar sobre sua carreira e seus últimos trabalhos, o sacerdote responderá às perguntas enviadas pelos internautas através do site do programa. É a primeira vez em que ele estará na Rede Globo e, seguramente, estará contando com o apoio e com a oração de nós todos.

(clique na imagem e acesse o site)

Ajude a fazer o programa. O site do TV XUXA já está recebendo as perguntas que serão feitas ao Padre Fábio. Participe! E aproveite para tirar sua dúvida, deixar seu comentário ou enviar sua mensagem para nosso amado sacerdote.

(envie sua pergunta)


Aguardem as novidades...

Fonte: Site TV Xuxa



Nossas comunidades no Orkut
PADRE FÁBIO... ANJO DE LUZ...
PADRE FÁBIO DE MELO - RJ


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Padre Fábio no Programa "EM MOVIMENTO"

No final de outrubro, Padre Fábio de Melo esteve em terras capixabas, como sempre, levando milhares de pessoas ao seu show recheado de sabedoria e palavras que nos levam a uma experiência pessoal com nossas próprias riquezas e misérias. Fazendo com que nos aproximemos desse Jesus tão humano que fala conosco o tempo todo através da simplicidade cotidiana que nos cabe.

O programa EM MOVIMENTO foi conferir. A repórter Tatiane Braga apresenta uma entrevista inédita com o sacerdote e momentos inesquecíveis do show.

EM MOVIMENTO é um programa transmitido pela TV Gazeta. A emissora com sede em Vitória/ES, é uma retransmissora da Rede Globo para a região metropolitana de Vitória, Guarapari, Fundão e alguns municípios do interior do estado através do canal 04 VHF.

Confira os vídeos...





Padre Fábio fala de amor, família e esperança em show na capital
24/10/2008

Duas apresentações, casa lotada, ingressos esgotados há dias e no palco Padre Fábio de Melo, em Vitória... a capital do Espírito Santo. Talvez algumas pessoas o conheçam pela aparência e jovialidade, mas para os que acompanham a missão do sacerdote, como a funcionário pública, Lúcia Luz, a mensagem de amor simplicidade é o que faz dele um dos representantes atuais da Igreja Católica de maior espiritualidade. "Rezo muito para que ele possa continuar sua missão. Ele tem o dom da palavra e consegue atingir até mesmo aqueles que não estão abertos para isso".

De longe
Tudo pronto para a bancária Viviane Venturine ir ao show do padre. Ela mora em Santa Teresa e trabalha em Santa Maria de Jetibá, ambas na Região Serrana do Estado, saiu mais cedo do trabalho e seguiu direto para Vitória. "Quando cheguei percebi que tinha esquecido minha carteira com o ingresso do show e todo meu dinheiro". O que fazer? "Uma amiga me lembrou dos cambistas. Peguei dinheiro emprestado com ela e comprei o ingresso por R$ 60,00, mas valeu a pena".

De perto
O primeiro show a todo vapor na área interna do Ilhacústico e do lado de fora a fila de aproximadamente 900m, de acordo com os seguranças, à espera do segundo. E nem parecia espera e sim diversão. Um grupo de amigos veio de Vila Velha na maior alegria. "O povo de Deus não precisa nem de cachaça para se divertir, até fila vira festa", afirmou Paula Cristina Miranda.

Família
O show não é comum, bebidas alcoólicas não são vendidas e, na maioria do tempo, o padre falou da importância da família em uma conversa descontraída com a platéia. "Hoje os relacionamentos são muito instáveis, na primeira oportunidade a gente abandona o barco". Destacou a responsabilidade dos pais mostrarem o que é o amor aos filhos. "Eu só posso acreditar na palavra de Deus, porque acreditei na palavra do meu pai". E deixou um recado aos casais. "O coração foi feito para ser conquistado todos os dias".

Assédio
Antes do assédio vem o respeito das fãs. "Nunca tive problemas com assédio de alguma fã. Se eu percebo que a coisa vai ficar excessiva eu saio logo. No entanto, uma fã disse que ia me matar, mas eu não tenho medo". O motivo? "Se dizia apaixonada por mim e, segundo ela, já que eu não poderia me casar com ela eu não viveria também (risos)".

(Laila Magesk - Redação Gazeta Rádios e Internet)


Nossas comunidades no Orkut
Participe!!!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Íntegra da Entrevista no Caderno Ela

Reprodução na íntegra das respostas do padre Fábio de Melo dadas para a entrevista "FOI DEUS QUE FEZ VOCÊ" publicada em 01/11/2008 no Caderno ELA do Jornal O Globo.

PERGUNTA - Qual sua data de nascimento?
RESPOSTA - 03 de abril de 1971.

PERGUNTA - Qual o nome de seus pais, onde moram? Você é filho único? Se não for, quantos irmãos tem e o que eles fazem?
RESPOSTA - Meu pai Dorinato e minha mãe Ana. Meu pai já é falecido e minha mãe continua morando em Formiga, MG. De oito filhos sou o caçula.

PERGUNTA - Quando saiu de casa para ingressar na vida religiosa? O que seus amigos e familiares acharam da sua escolha naquela época? Foi difícil convencê-los que era uma missão?
RESPOSTA - Ficaram assustados, mas nunca deixaram de me apoiar.

PERGUNTA - O senhor é da mesma cidade que um festejado escritor brasileiro famoso radicado no Rio, Silviano Cavalcanti. Vocês se conhecem? Já leu os livros dele? Se leu, o que acha deles?
RESPOSTA - Silviano Santiago não é só um grande escritor, mas também um dos maiores críticos literários do nosso país. Um homem brilhante que eu acompanho desde a minha adolescência, quando despertei o gosto pela literatura. Não o conheço pessoalmente, mas conheço sua obra. Já li "Vale quanto pesa" "Uma literatura nos trópicos" " Herança" e a belíssima obra "Em liberdade", em que o autor investiga a alma de Graciliano Ramos após a experiência do cárcere.

PERGUNTA - A fé a a música: qual das duas tem maior importância na sua vida? E qual delas chegou primeiro na sua vida?
RESPOSTA - Fé é uma espécie de sustento. Eu não consigo pensar o que sou, o que faço sem pensar no que creio. As minhas ações são desdobramentos de minhas convicções de fé.

PERGUNTA - Seus 10 discos anteriores venderam quantas cópias?
RESPOSTA - Não sei ao certo. O que sei é que todos eles são discos de ouro e uns quatro deles são discos de platina.

PERGUNTA - Pq mudou para a gravadora LGK- Som Livre?
RESPOSTA - Pela oportunidade de amplificar a divulgação do trabalho. Eu acredito que a evangelização precisa estabelecer pontes com a cultura. Estar numa gravadora que extrapola o mercado religioso é uma forma de fazer isso.

PERGUNTA - Este disco tem alguma diferença marcante dos outros?
RESPOSTA - Cada cd é uma história, pois nasce de um contexto diferente.

PERGUNTA - Pela primeira vez o cantor Fabio Jr. autorizou outra pessoa a gravar "Pai". O senhor conhece o cantor? Ele é seu fã?
RESPOSTA - Não o conheço. Admiro muito o trabalho dele. A música "Pai" é de uma sensibilidade incrível. Retrata a saudade a partir do cotidiano. "Senta aqui que o jantar está na mesa" Este convite é lindo. A mesa é o lugar da intimidade, da devolução. O Fábio é um artista completo. Sua obra já entrou para história. É um dos artistas mais bem sucedido do país.

PERGUNTA - Pq padre Zezinho incentivou-o na carreira musical?
RESPOSTA - Porque é impossível falar de música católica sem nos reportarmos à sua obra. Ele é o grande precursor de tudo o que hoje experimentamos.

PERGUNTA - O senhor tem livros publicados, fale um pouquinho sobre cada um deles. RESPOSTA - "Tempo, saudades e esquecimentos" - O cotidiano como lugar de revelação - Ed Paulinas - É um livro de crônicas que pretende trabalhar algumas questões teológicas a partir do cotidiano.
1 - "Amigo - Somos muitos, mesmo sendo dois" - Ed Gente - É um livro de frases e fotos que fala de amizade.
2 - "Quem me roubou de mim? O seqüestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa." - Ed Canção Nova - Fala das relações que despersonalizam.
3 - "Mulheres de aço e de flores" - Ed Gente - Minha primeira obra de literatura. São contos que exploram o universo feminino.
4 - "Quando o sofrimento bater à sua porta" - Ed Canção Nova - É um livro que aborda a questão do sofrimento na vida humana.

PERGUNTA - Quais os seus autores preferidos?
RESPOSTA - Adélia Prado, Guimarães Rosa, Machado de Assis, Drumonnd de Andrade, Mia Couto, Gabriel Garcia Marques. Andrés Torres Queiruga. São tantos...

PERGUNTA - Quais os livros que recomendaria para uma pessoa?
RESPOSTA - Cem anos de solidão, do Gabriel Garcia Marques. E toda a obra da Adélia Prado.

PERGUNTA - Como é o seu dia-a-dia?
RESPOSTA - Comum. Viajo muito, mas independente do lugar em que estou faço minha rotina simples. Leitura, oração, trabalho e atividade física.

PERGUNTA - O jovem é seu público principal? O senhor já se deu conta de que é um grande exemplo para os jovens? Como lida com essa responsabilidade?
RESPOSTA - Eu sempre digo que quanto maior é a vida pública de um homem maior é sua responsabilidade.

PERGUNTA - Como vê o mundo atual?
RESPOSTA - O sociólogo polonês Zygmunt Bauman faz uma análise do mundo a partir do conceito de líquido. Concordo com ele. A época em que vivemos é marcada pela insegurança. Tudo flui com muita rapidez. Estamos protagonizando o tempo do descartável. Os vínculos duradouros estão cada vez mais raros. Com isso estamos mais inseguros, medrosos, afinal todo ser humano anseia por um porto seguro.

PERGUNTA - O senhor acha que o canto pode cumprir a mesma missão que o rito religioso? RESPOSTA - A música nasceu num contexto religioso. A música é naturalmente religiosa, pois nos religa, nos recompõe. A arte é redentora. Ela nos resgata, nos eleva.

PERGUNTA - Como o senhor vê a situação dos Estados Unidos atualmente?
RESPOSTA - Estão sofrendo o processo natural que toda grande potência vive. Eles quiseram controlar o mundo. Dispensaram tempo e dinheiro para estabelecerem uma hegemonia, mas chegou a hora de cuidar dos problemas internos. Viveram durante muito tempo querendo colocar ordem no mundo, mas perderam a própria ordem. É aquela velha história. Há pessoas que se preocupam demais com a vida dos vizinhos e se esquecem de cuidar da própria vida.

PERGUNTA - E o Brasil, qual o remédio para a violência que assola o nosso país?
RESPOSTA - O único jeito de diminuir a violência no país é criando um modelo de Educação mais eficaz. A Educação é a solução para muitos problemas do mundo, e no Brasil não é diferente.

PERGUNTA - O senhor acha que só a fé pode salvar o ser humano ou o conhecimento também salva?
RESPOSTA - Fé e conhecimento andam de mãos dadas. A fé só tem sentido se for para gerar um jeito coerente de ser gente. O que creio torna-se uma forma de mentalidade. Por isso a palavra conversão pode ser compreendida como "metanoia", que em grego significa mudança de mentalidade. Um pensamento sensato, bem arquitetado, coerente, fruto de uma fé madura pode ser instrumento de salvação. É salvação histórica, pois confere ao ser humano a possibilidade de se realizar como pessoa.

PERGUNTA - Qual o escritor que mais tem contribuido para a evolução do ser humano? RESPOSTA - Ainda continuo acreditando que a palavra de Jesus é a matriz de todo bom pensador.

PERGUNTA - O que o senhor acha do fato de o Dalai Lama ter desistido de tentar negociar com o governo da China mais autonomia para o Tibet diante da falta de resposta positiva de Pequim? Um líder religioso pode desistir?
RESPOSTA - Um líder religioso também se cansa. O importante é a gente não perder de vista a esperança. Ele tem motivos que nós não conhecemos. Uma coisa é certa. Ele ainda espera...

PERGUNTA - Um político americano processou Deus atribuindo a ele toda a violência do mundo. Perdeu e diz que vai recorrer. O que o senhor acha da atitude dele?
RESPOSTA - É interessante, mas não é raro a gente encontrar pessoas que queiram culpar a Deus pelas desgraças do mundo. É um jeito de se eximir de responsabilidades. Eu não tenho o direito de pedir a Deus que faça um círculo ser quadrado. Deus não fere a ordem de nossas escolhas. E não há escolha que não tenha desdobramento. A violência no mundo não é fruto de forças superiores, sejam elas divinas ou diabólicas. A violência no mundo é o fruto que plantamos. É a semente que jogamos no chão. Eu pergunto, se semeei limão tenho o direito de colher laranjas? Não creio. Atribuir a Deus a culpa e o resultado de nossas escolhas infelizes é tão desonesto quanto atribuir ao Diabo o motivo de nossas maldades. Somos livres para escolher o que queremos. Nem Deus, nem o Diabo nos obriga a absolutamente nada. Tudo é escolha humana. A sabedoria consiste em prestar atenção no que estamos elegendo no dia de hoje, porque mais cedo ou mais tarde o resultado virá.

PERGUNTA - O senhor já fez psicanálise? O que acha da psicanálise? Acha que a fé pode substitui-la? Acha que a psicanálise fallhou?
RESPOSTA - Não sou psicanalista para dizer nada a respeito. Prefiro acreditar que todo processo terapêutico será bem vindo à medida em que ajudar o ser humano a se tornar mais responsável diante da vida. Precisamos de terapias que nos amadureçam e que nos ajudem a viver com qualidade. Fico assustado com a facilidade com que as pessoas desistem de seus projetos. Encontro muitas pessoas que não querem sacrifícios. Esperam que a felicidade caia do céu, sem nenhuma demanda de esforço pessoal. Nem a fé, nem a Psicanálise são fórmulas mágicas. As duas realidades requerem esforços e luta pessoal.

PERGUNTA - Algumas pessoas acham que a fé é um impecilho para que o homem conheça a si mesmo. O que o senhor acha disso?
RESPOSTA - Acho estranho, afinal ninguém pode viver fora do contexto da fé. Não falo de uma fé religiosa, confessional. Falo da fé que nos move para a vida, que nos enche de esperanças e que nos faz acreditar numa possibilidade de mudar o que somos. Veja bem. A primeira experiência de fé realizamos é a fé humana. E neste caso, até um ateu tem fé. Pode não ter fé em Deus, mas tem fé nas realidades humanas. Ninguém vive fora da experiência da fé. Se eu tomo um suco num restaurante estou movido por uma confiança de que o suco não está envenenado. O que isso pode fazer mal a uma pessoa? Confiar é impecilho para que algo de bom nos aconteça? Não creio, mesmo porque a Psicologia nos ensina que uma pessoa é mais segura de si mesma à medida em que foi verdadeiramente amada por alguém. E aí eu pergunto: O amor não é um desdobramento da fé?

PERGUNTA - Quais as grandes emoções que o senhor teve na vida religiosa?
RESPOSTA - Minha maior alegria é quando escuto alguém dizer que o meu trabalho lhe fez ser alguém melhor... Só por isso já valeu ter vivido.



sábado, 1 de novembro de 2008

Entrevista na Revista Bianchini

Fenômeno pop-eclesiástico

Mineiro nascido em Formiga, o padre Fábio de Melo é o mais novo fenômeno religioso do País. Aos 37 anos, ele é graduado em Filosofia e Teologia, pós-graduado em Educação, mestre em Teologia Sistemática e divide seu tempo entre o sacerdócio e seu trabalho como professor universitário, escritor, cantor, compositor e apresentador do programa “Direção Espiritual” na TV Canção Nova. Dedicando-se ao trabalho de evangelização por meio da arte, padre Fábio de Melo segue o princípio de que o Evangelho é sempre uma palavra que nos proporciona a “aventura do bem”. Já são 10 CDs gravados e quatro livros publicados, sendo que o penúltimo, Quem me roubou de mim, vendeu 130 mil exemplares em pouco mais de um mês. Nessa entrevista, ele fala um pouco sobre essa obra, na qual procurou fazer um paralelo entre o seqüestro do corpo (roubo da materialidade) e o seqüestro da subjetividade, contando diversas histórias que são comuns ao cotidiano das pessoas.


No livro “Quem me roubou de mim” o senhor se propõe a falar sobre o seqüestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa. O que é o seqüestro da subjetividade?

Fábio de Melo Nós estamos acostumados o tempo todo com o seqüestro do corpo, que é a construção de um cativeiro onde uma pessoa é retirada dos seus significados, da sua vida e trancafiada. O seqüestro da subjetividade é um roubo que extrapola a materialidade. É alguma coisa que nos é roubada, colocada em cativeiro, mesmo que a gente continue com a nossa vida do mesmo jeito: que a gente continue indo para a escola, para o colégio, para a faculdade. A subjetividade diz respeito a tudo aquilo que é próprio do sujeito, é aquilo que ele experimenta sendo ele mesmo. E o seqüestro da subjetividade acontece quando alguém impede que o outro seja ele mesmo, às vezes, de forma autorizada pela própria vítima. Mas quando a gente percebe que se trata de afeto, a nossa capacidade de decidir sobre os afetos está limitada. O seqüestro da subjetividade se caracteriza como uma forma de perder a pertença. Alguém me roubou de mim. Alguém me retirou a capacidade de decidir sobre a minha vida.

É muito fácil perceber que isso acontece no dia-a-dia de muitas pessoas. No livro é possível ler diversas histórias que retratam isso.

Fábio de Melo Exatamente, porque o conceito do seqüestro da subjetividade existe há muito tempo. Ele nasceu com a Revolução Industrial e foi aplicado pela primeira vez dentro de um contexto de relações trabalhistas com a produção em série. Naquele regime de trabalho quase escravo, o seqüestro da subjetividade acontecia muito, porque os patrões eram praticamente proprietários da vida dos seus funcionários. Às vezes, os turnos de trabalho duravam 12 horas e a pessoa acabava perdendo um pouco o foco da vida e vivendo em função do trabalho. Hoje, as relações afetivas são muito assim também. As pessoas perdem o foco da própria vida e vivem em função do outro. O que é absolutamente destrutivo para a própria relação. Uma relação é mais qualificada na medida em que as pessoas são donas de si mesmas. Quando eu vou para o encontro com alguém eu preciso ser proprietário do que eu sou porque senão eu coloco em risco a minha subjetividade e, naturalmente, coloco em risco a subjetividade do outro também.

Qual a sensação de viajar o Brasil inteiro levando palavras de conforto e união?

Fábio de Melo Pra mim é alegria porque eu compreendo a evangelização como uma devolução. As pessoas são roubadas o tempo todo. Um olhar maligno, uma experiência de ser olhada com maldade, uma palavra que destro. E o contexto de Jesus é o contexto de devoluções, do olhar amoroso, da palavra que faz bem. E a gente poder viajar, devolvendo ao povo, restituindo ao povo aquilo que lhes é roubado, é uma alegria muito grande.

O senhor tem consciência de que hoje é considerado um fenômeno no País?

Fábio de Melo É possível ter uma idéia pela repercussão do trabalho hoje, até pela própria vendagem do livro. Quando eu soube dos números fiquei um pouco assustado, porque eu sou leitor, trabalho em outras editoras e sei muito bem o que é vender livros neste País. E quando me disseram que nós já havíamos ultrapassado 130 mil cópias vendidas em um espaço de dois meses eu disse: “Meu Deus, que responsabilidade”. Shakespeare dizia isso, que quanto mais cresce a repercussão de um trabalho maior é a responsabilidade daquele que o faz. E hoje, eu administro essa responsabilidade com muito respeito. Respeito pelo público que me prestigia e pelas pessoas que escutam o que eu falo. E eu tenho sempre a consciência de que a minha palavra tem que estar energizada com a palavra de Jesus, tem que estar em consonância com o evangelho. E ser portador de uma boa notícia é muito bom. Saber que tudo o que a gente canta, escreve e fala não tem outro objetivo senão fazer bem as pessoas.

Por Carlos Alberto Soares
30/09/2008

Fonte: Revista Bianchini